13 aninhos e o prof de volei
Não dá pra acreditar nos contos que a gente lê por aqui, sempre são caras bem dotados e ninfetinhas da bundinha arrebitada e doidas pra trepar, sem nenhum impecilho... mentira.
Comigo foi super complicado, porque foi real: eu tinha 13 anos e quase todos os dias ia a um clube depois da aula para praticar vôlei. Sempre fiz de tudo para ser a queridinha do professor, já que era muito competitiva inclusive da sua atencao, mas até aí sem segundas intencoes. Eu já era bem desenvolvida para uma garota de 13, alias, desde os 9 já tinha peitinhos e pelinhos na buceta, e com 13 anos parecia uma mulher de corpo, branquinha, cabelos negros lisos, compridos, seios fartos dos bicos rosados e pernas grossas. Meu professor, Guilherme, era meio feinho, mas tinha um corpaço... Até que ele comecou a notar o meu corpo tambem, e como eu, na inocencia, acabava por alimentar a ideia de que tinha uma queda por ele, mais que naturalmente comecou a se chegar pro meu lado.
Ficava conversando comigo depois da aula, perguntando se eu tinha namorado, se eu não queria nadar na piscina do clube com ele depois da aula, perguntava inclusive se meu pai vinha me buscar ou se eu ia só pra casa.
Um belo dia, cheguei com uma torçao no tornozelo e não pude treinar. Fiquei por ali vendo as meninas jogarem e, no fim da aula, ele me perguntou se queria que fizesse uma massagem no meu pé, para o que eu prontamente disse que sim... Ele comecou na planta do pé, depois tornozelo e pulou pra batata da perna, deixando meu pé apioado na sua virilha.
Eu já sentia o volume do seu pau, que ainda estava mole, mas já começava a endurecer com aquela massagem, eu numa arquibancada da quadra e ele em outra mais abaixo.
Eu ainda não havia notado suas intencoes, tinha 13 anos e só tinha beijado um menino da minha turma até entao, era muito inocente, apesar do meu corpo e dos sonhos eróticos que eu tinha à noite dizerem o inverso, ao ponto de eu acordar toda gozada muitas e muitas manhãs.
Comecou a chegar gente na quadra, umas senhoras pra a aula de vôlei da terceira idade, rs... entao ele me disse “Lu, vc não quer me ajudar a recolher o material da aula para levar ao depósito enquanto seu pai não vem te buscar?”. Eu, louca pra agradar o professor, disse que sim, e entao fomos.
Chegando no tal depósito, um quartinho aos fundos da quadra, nós entramos e ele fecha a porta, jogando todo o material num canto e vai logo me dizendo “Voce gosta de mim, não é, Lu?”, ao que eu respondi “Claro, prof. Gui”, ainda inocente...
Ele entao me abraçou muito carinhosamente, até que eu noto o pau dele duro, roçando no meu púbis. Ele comecou a roçar a pica dura em mim, e só entao foi que eu me dei conta do que acontecia... Imediatamente o empurrei e disse que tinha que ir, pegar o ônibus pra casa.
Ele foi atrás de mim, dizendo que me acompanhava, e eu já com medo, apesar de molhada de tesao. Eu era virgem e não pensava em perder a virgindade num depósito. Entao saímos e ele nos fez dar a volta pelos campos de tênis que havia no clube, um lugar super deserto, já que ainda estavam meio em construcao. Aí ele me abordou novamente e perguntou “voce não quer conversar mais um pouquinho?”, e eu não resisti. Confesso que queria ver uma pica em carne e osso e aquele peito malhado dele me excitava. Foi quando resolvi que ia dar corda. Fomos a uma cantina ainda em construcao e eu me sentei num murinho que havia lá. Ele se posicionou na minha frente, entre as minhas pernas, e comecou a me abraçar outra vez. So que daquela maneira não havia como roçar o pau em mim, entao ele me pegou nos braços e me encostou contra uma parede; comecou a beijar meu pescoço e a passar a mao pela lateral da minha bunda. Eu fui à loucura com aquilo e sem perceber comecei a abrir as pernas pra ele se encaixar melhor.
O Professor entao,vendo o sinal verde, segurou uma das minhas pernas pra cima e foi fazendo movimentos de vai-e-vem com seu pau na minha buceta ainda coberta pela malha, mas eu sentia como se estivesse nua. Gozei imediatamente e escondi o prazer porque fiquei com vergonha. Ele continuou me imprensando contra a parede até que eu lhe pedi que parasse, porque estava doendo (claro, depois de gozar feito uma louca, meu grelo tava inchado e sensível). Ele me perguntou se não queria que ele me deixasse em casa, já que era seu caminho. Mesmo que não fosse! Eu disse que sim e fomos no seu carro até a sua casa, eu calada no carro, olhando o pauzao duro dele por baixo da roupa e ele calado também, sem me perguntar nada foi direto pra sua casa. Chegando lá, eu decidi que havia condicoes suficientes para eu dar: uma casa, uma cama, privacidade e algum conforto.
Entramos e ele me ofereceu um suco. Tomamos o suco juntos, calados, até que eu não resisti, pus o copo de lado e lhe beijei... Passamos muito tempo num beijo gostoso, molhado, cheio de linguas, que passeavam ora em nossas bocas, ora em las bochechas, orelhas, pescoço e novamente na boca. Ele me puxou pro seu colo e eu me sentei o mais aberta que pude, para sentir bem o pau dele na minha xoxota.
Tiramos nossas roupas ali no sofá mesmo, eu fiquei nua primeiro, com ele tirando minha roupa, mas eu não tinha coragem de tirar a roupa dele, entao ele tirou a propria camisa e me levantou, pelas pernas, e me carregou enganchada nele até a cama... me jogou lá e tirou a calça... tinha um pau tamanho mediano, agora posso dizer, mas pra mim parecia enorme, escuro, musculoso e apontando pra cima.
Ele veio em minha direcao, me segurou pelos peitos e encaixou o pau na entrada da minha xoxota, que estava molhadíssima, eu sentia o mel escorrer e molhar minhas pernas. Quando eu senti aquele pau forçando pra entrar, gozei novamente. Não sei se pela inexperiencia ou se porque eu sou multiorgástica, mas foi um gozo tao forte que dessa vez não deu pra esconder, soltei um urro de prazer, que finalmente cortou o silencio que havia, não tinhamos falado nada ate entao.
Ele imediatamente comecou a dizer putarias, perguntando se eu tava gostando daquilo e que ainda tinha muito por vir, que eu era muito gostosa e cheirosa, que queria me lamber todinha e que ia retribuir todo o carinho que eu demonstrava por ele nos treinos, tudo isso enquanto se masturbava com uma mão e amassava meus peitos com outra.
Não aguentei e peguei o pau dele pra punhetar, enquanto ele urrava de prazer. Eu, da minha parte, me realizava por finalmente pegar uma tora daquela nas minhas maos, apertava tanto que não sei como não o machuquei. Ele não aguentou muito e gozou na minha mao, caindo na cama como um louco, se contorcendo a cada jato de esperma que saia dele.
Mas o pau dele não amoleceue e eu continuei punhetando sem saber muito o que fazer. Instintivamente, subi em cima dele e apontei o pau dele todo melado pra minha xoxota, fazendo movimentos pra lá e pra cá, passando do clitoris à vagina. Eu estava toda babada e ele tambem, entao o pau dele deslizava com muita facilidade e eu delirando de prazer, até que a rola escorregou pra dentro da vagina e eu senti uma dor imensa, acompanhada de um prazer imenso tambem, minhas pernas ficaram bambas e eu quase perdi a respiracao: o pau dele tinha entrado quase todo e ficamos assim, parados nessa posicao por um tempo, ate que ele me colocou de volta de costas na cama e subiu em cima de mim.
Comecou a bombar a portinha da minha buceta, enquanto saía um pouco de sangue, mas sem tirar o pau de dentro. Lambeu muito meus peitos e puxava meu cabelo me fazendo delirar. Nem ele nem eu aguentamos e comecamos a acelerar o movimento, e em pouco tempo já estavamos numa trepada frenética, que fazia balançar a cama, batendo na parede.
Ele comecou a dizer “vamo trepar até a bucetinha ficar inchada, vamo?”, e eu respondia “siiiim, siiim, sem fôlego”. Escutava o barulho das peles batendo uma na outra e não sentia mais nenhuma dor, só pedia pra ele meter mais e mais. Ele metia muito velozmente e so parava de vez em quando pra meter o mais fundo que conseguia, e quando ele fazia isso, apesar de doer um pouco, eu sentia um prazer tao grande que juro que via tudo escurecer... Não posso distinguir o que era gozo e o que não era, porque foi tudo muito intenso, eu já não acreditava que aquilo pudesse existir, e ele, incansável, continuava metendo com toda velocidade, com toda força.
Nosso suor se misturava e estávamos ensopados por todos os lados, deslizávamos um no outro, macios e loucos de tesao, entre gritos e gemidos ofegantes. Ele tirou o pau de dentro de mim pela primeira vez e eu pude ver o lençol melado de sangue e gozo, assim como o seu pau, o que me deixou maluca, porque era a comprovacao de que eu realmente tinha perdido a virgindade e agora meus sonhos eróticos iam ter protagonistas reais!
Ele entao me virou de costas, botou um travesseiro embaixo da minha barriga e tentou ir metendo por trás, mas dessa vez doeu muito... não sei se por ele ter um pau envergado pra cima, mas aquela posicao ainda não estava confortável pra mim e lhe pedi que parasse. Meu professor entao me pegou no colo, me encostou na parede, abriu minhas pernas e comecou a meter novamente, comigo totalmetne suspensa em seu colo, fazendo com que o cacete dele entrasse ainda mais fundo... Ele me dizia “Voce quer rola, quer? Toma essa rola pra você, engole ela, engole!”, e eu lhe respondia “Mete fundo, mete, vai, mais rapido, por favor, ahh”. Eu me sentia totalmente preenchida, suspensa no ar, com uma pica batendo no colo do meu útero e um cheiro de sexo maravilhoso que estava por todo o quarto. Senti um calor, uma sensacao que vinha de não sei onde e percorria meu corpo até a garganta, e entendi que ia gozar de novo, um orgasmo cem por cento vaginal, que vinha das estocadas fortes do pau dele, e que eu simplesmente não podia conter, entao lhe disse “Vai, mete essa porra que eu vou gozar”. Ele imediatamente soltou um urro e meteu com muita força, mas muita mesmo, ao ponto da gtente quase se desequilibrar, e gozamos juntos...
E caimos no chao, esgotados. Ele, de costas pro piso e eu emcima dele, recebendo os jatos de porra quente na minha barriga e peitos. Ele gozou tao forte que simplesmente perdeu as forças nas pernas, e caímos nos contorcendo de prazer.
Senti até as pontas dos dedos das maos formigarem, e ele, outra vez, tinha seus tremores a cada jato de porra que saía.
Da mesma maneira que estávamos, sujos de porra, suor e saliva, vestimos nossas roupas e ele me levou até pertinho da minha casa, onde eu cheguei e corri direto pro banheiro, attes que minha mae quisesse me dar um beijinho de boas vindas, rs.
Depois desse dia fiquei em dúvida sobre o que fazer, mas como ainda tinha uma mente de guria, apesar de já ter trepado feito uma puta aquele dia, tive vergonha de voltar a ver o meu professor de vôlei e pedi pro meu pai me trocar de escolinha... Não o vi mais depois disso, mas sei que ele até hoje deve se lembrar da menininha que o fez perder o fôlego aquele dia.
Se gostaram, escrevam-me! Respondo todos os emails. Beijos.
adolecência
Eu tinha 15 anos, auge da punheta! Nunca havia transado e me acabava em punhetas intermináveis. Isto foi no início dos anos 80, as namoradinhas que tínhamos mal deixavam tocar nos seios por cima da roupa e beijar e era só.
Morava em um bairro tranquilo de Curitiba, numa boa casa e certo dia se muda para a casa visinha um casal que logo fez uma amizade muito grande com meus pais pois todos eram médicos e o casal vizinho tinha uma filhinha de 11 anos a Carla, uma loirinha carinha de anjo, olhos azuis, cabelos cacheadinhos e pele branca como a neve, uma boneca. No início não ligava muito, gostava de garotas da minha idade mas as da minha idade queriam garotos mais velhos, e eu na punheta. Chegou o verão, ambas casas (nossa e do vizinho) tinham piscina. Um domingo meus pais convidaram eles e a Carla para um churrasco ne nossa casa, eu estava na piscina quando eles chegaram. Nos cumprimentamos, nossos pais foram para o salão da churrasqueira e convidei a Carla para enrar napiscina comigo, ela logo topou, foi no banheiro e colocou seu biquini, quando voltou eu dentro dágua pude ver bem ela que estava em pé na borda, seu biquini estampado de flores, era pequeno, deixava parte de sua bundinha de fora apesar de não ser um fio dental, e ela tinha coxas roliças, bundinha híper empinada e seios do tamanho de moranguinhos, quando ela ficou de frente pra mim vi sua rachina que ficava marcada no biquini provavelmente pela falta de pelinhos, que delicia, meu pau virou pedra, estva com medo que ela notasse e falei se joga, vai... ela logo deu uma ponta e ficamos brincando nágua.
nossos pais riam e se divertiam na churrasqueira, já tinham tomado muitas cervejas e logo aparecem nossas mães perguntando se não queríamos um refrigerante, e disse que ainda demoraria uma meia-hora pra sair a carne, nós nem ligamos, continuamos brincando nágua. Certo momento ela falou me vendo boiar, que ela não sabia, se eu ensinava ela, eu logico que me prontifiquei, disse para ela abrir os braços segurei com um braço sua cabeça e ombros e com o outro segurei por baixo de suas pernas, e disse vou ir te soltando aos poucos, respira tranquila que vc vai boiar, ela afundou, fizemos mais uma tentativa e afundounovamente. eu não tirava os olhos de sua xotinha e seus peitinhos, e na terceira tentativa ao invéz de segurar em suas pernas subi mais e segurei em sua bundinha, pensei que ela iria reclamar, mas permaneceu sem falar nada tentando boiar, que sensação tocar naquela bundinha lisinha e dura, ela afundou e disse vamos mais uma vez, e novamente coloquei a mão na bundinha, mas desta vez deixei um dedo escorregar pelo meio dela, o dedão ficou quaseencaixado em sua bucetinha, ela não sabia se era inocencia dela ou não mas não reagia, meu pau latejava no calçao, ela novamente afundou e eu disse, tá difícil, vamos parar? e ela disse ai não Pedrinho (nunca tinha me chamado assim) vamos tentar de novo, e eu então a segurei, mas agora com mais força e meu dedo tocou e fiquei disfarçadamente acariciando sua xotinha com a mão espalmada em sua bundinha e o dedão enfiado lá, sentique ela ficou parada sua respiração ficou mais forte e ela falou me segura mais que eu digo quando vc solta ok? eu disse ok, e neste momento apertei mais com o dedo sua grutinha, ela suspirou e disse solta, ela afundou. paramos a brincadeira e fomos almoçar.
Após o almoço nossos pais disseram para não entrarmos nágua imediatamente que ficassemos assiteindo tv para deixar a comida baixar. Ela havia tirado o biquini e colocado um short folgadinho, sentamos na sala e ligamos a tv num canal qualquer, parece que ambos não queriamos ver nada, ela estava com o short e uma parte de cima de outro biquini, eu havia sentado em um sofa e ela em outro, eles ficavam em L e aí eu podi olha-la sem virar a cabeça, de repente ela se recosta no sofa com os pes virados pra mim e as perninhas entreabertas e o shortinho folgado me deixava ver que ela estava sem nada por baixo, ou estava enterrado na bundinha, comecei a tentar achar o melhor ângulo e parecendo que ela sabia disso se ageitou e abriu mais as perninhas, sem me olhar, olhando para a tv. aí tive a certeza, não tinha nada em baixo, eu via pela abertura do short sua virilha branquinha quase via a xotinha, meu pau reagiu. De repente perguntei se podia sentar ao lado dela, meio louco nem raciocinava mais naquele momento e ela disse claro, sentei e ela colocou muito sem serimônia as pernas em cima das minhas, ficava com as panturrilhas sobre minhas coxas, eu finginco nada sentir e olhando para a tv, arrisquei tudo. Coloquei a mão sobre uma coxa dela, e fiquei parado esperando a reação, nada ela nem piscou, comecei a fazer uns carinhos na coxa e ela nada, não reclamava e nem fazia nenhuma menção de não estar gostando, fui subindo até quase tocar no short, ela então fechou os olhos, foi a deixa, segui subindo e minha mão automaticamente entrou por baixo do short, meu pau estourava de tanto tesão, cheguei na virilha e escorreguei para a rachinha ela respirava ofegante, então toquei sua gritinha, senti não ter pelos mesmo, mas ela estava de pernas fechadas, meu dedo foi descendo pela rachinha até onde deu, fiquei brincando ali um pouco e ela arfando a respiração. Eis que sinto ela entreabrindo as pernas facilitando meu acesso, pude então descer meu dedo por toda a extensão da rachinha, nossa que delicia, pela primeira vez tocava numa xotinha, ela estava molhadinha.
Ouvimos um barulho e saltei para meu sofá e ela se recopos sentando direitinho. Nossos pais entraram pois começava a chover. Neste dia ficou assim, a noite bati a maior punheta da minha vida, não trocamos uma palavra sequer sobro o ocorrido. Fiquei a semana inteira me masturbando e cheirando os dedos pra ver se ainda tinham aquele cheirinho delicioso. Até que no final de semana tanto meus ais como os dela tiveram plantão no hospital, e ficariam o sábado inteiro fora até tarde da noite. Ela ficava com a empregada e eu sozinho. Arrisquei e liguei para ela, ela atendeu e fali oi carlinha (eu também nunca havia chamado ela assim) e perguntei se ela não queria vir aqui ou se eu poderia ir lá ver tv com ela, ela entendeu eu acho e falou, claro vem aqui pq a empregada não deixa eu sair, mas vc pode vir, meus pais te conhecem bem e ela tbem, não tem problema. Voei par lá. Fui propositalmente de bermudas e sem cueca e camiseta, cheguei lá ela estava com um short de lycra colado no corpo e um top, me atendeu demos beijinhos no rosto e a empregada apareceu falando vou fazer um lanche pra vcs e depois vou no mercado fazer as compras do mes, eu não poderia ter recebido melhor notícia, a Carla disse para eu ficar na sala e falou para a empregada que iria trocar de roupa, ouvi ela cochichando com a empregada que o short de lycra estava "mostrando muito", voltou logo em seguida com o mesmo do outro dia, entendi tudo. Como falou a empregada nos serviu sanduiches e suco e logo saiu, dizendo devo voltar em umas duas horas, logo que ela sai ela se recosta no sofa e coloca novamente as pernas sobre minhas coxas, e disse gosto de ver tv assim, e eu disse eu tbem adoro, e logo coloquei a mão e em minutos estava na xotinha dela, desta vez ela abriu bem as pernas eu dedilhava sua xotinha feito louco ela começava a gemer, e resolvi falar, Carlinha, tá bom? ela acenou com a cabeça, e sem perguntar fui baixando seu short sem reação nenhuma dela, tiva a visão amis linda do mundo, uma xotinha, puxei ela para mim e nos beijamos feito loucos, fui descendo os beijos para o pescoço e logo baixei o top dela, os peitinhos eram linodos biquinos rosados pequeninhos como os seios passei a chupa-los e ela gemia e rebolava no meu colo, tirei minha camiseta e ela pela primeira vez falou, Pedrinho eu nunca fiz nada tu é o primeiro que beijo so totalmente virgem, tenho medo, eu falei vamos fazer só o que tu quizer, eu também sou vigem, ela então sorriu parecendo esperar ouvir que ela também seira minha primeira, e logo fui baisando a bermuda, saltou meu pau duro como pedra, eu tinha poucos pelos só um tufinho no púbis, e o pau ainda era pequeno uns 14 cm acho, ela ficou olhando ele e falei pega ela tocou nele e ficou punhetando enquanto nos baijavamos peladinhos no sofá, eu dedilhava a xotinha que estava toda lambusada, deixei ela sentada e fui de joelhos no chao para o meio das pernas dela e comecei a xupar a xotinha dela ela gemia alto abri a xotinha com os dedos e vi ela fechadinha com o cabacinho, ela delirava, e logo gozou na minha lingua. Subi e perguntei se ela queria experimentar já com o pau a centimetros do rostinho de anjo dela, ela meio relutou mas fui indo e ela abocanhou a cabeça tudo era meio desajeitado pela inexperiência de ambos mas em minutos falei que ia gozar e ela permaneceu chupando e enchi a boquinha dela de porra, acho que nunca havia saido tanta porra dele, ela se engasgou, cuspio, fez cara de nojo, engoliu um pouco. caimos no sofa um do lado do outro ficamos nos acariciando eu limpando a porra que tinha escorrido para seus peitinhos e falamos um pouco sobre o que tinha acontecido, já tinha se passado mais de 40 minutos que a empregada havia saido e ela falou com um pouco de medo, a Dora (empregada) deve voltar daqui a pouco, e eu interrompi colocando a mão dela no meu pau que já estava duro de novo (guri novo é foda, logo ta na ativa de novo) vamos aproveitar mais então, e falei eu quero vc, tá a fim? e ala falou tenho medo de perder a virgindade tão cedo, eu então vierei ela de costas, peguei uma almofada coloquei de baixo da barriga dela e disse, fica calminha, e passei a lamber a bundinha dela, ela se arrepiava toda erguia mais a bundinha, abri as nadegas com as duas mçaos e vi o czinho rosadinho piscando, epasse a dar linguadas nele, lambia sua xotinha pegando o suco que saida dela e lambusava o cuzinho coloquei um dedo, ela gemeu alto, logo depois sem parar de lambe-lo, coloquei osegundo elagemeu alto de novo, tirei os dedos enchi o cuzinho se suco dela e de cuspe e encaixei meu pau ela estava nervosa e disse se vc quizer que eu pare avise, ela não falou nada, só gemia e rebolava, fui metendo ela fechou os olhos e cerrou as mãos entrou a cabeça, eu estava com meu pau mais duro que nunca o que facilitava a penetração nunca tinha imaginado comer o cuzinho de uma deusinha daquelas, estava vendo meu pau sumir no cuzino dela e logo estava todo dentro, me deitei sobre ela e perguntei se estva vom ela acenou com a cabeça comecei a bombar, e ela a rebolar aquela bundinha maravilhosa em mim, entrava e saia feito louco do seu cuzinho ela gozou e não consegui apesar de não querer gozar tão rapidamente enchi o cuzinho dela de porra. saí de dentro dela e olhei o cuzinhoentreaberto, que visão maravilhosa. Ela então disse, vamos nos arrumar, fomos pro banheiro, nos limpamos e sentamos na frente da tv como se nada houvesse acontecido, nos beijamos e ela falou para minha surpresa, amei Pedrinho, vou querer de novo heim? eu falei eu também, mas ninguem pode nem imaginar isto. Logo a empregada chegou, ficamos o resto da tarde dando umas pegadinhas quando a empregada não estava por perto.
Depois desta vez comi a bundinha dela muitas outras até que um dia ela me deu a bucetinha, ela estva com quase 12, foi maravilhoso, meu primeiro cabaço. Ela se transformou numa autentica putinha, quando ela fez 14 nos começamos oficialmente para nossos pais a namorar, mal sabiam eles que desde os 11 eu comia ela, namoramos por 3 anos, e depois terminou. eu casei e ela também, e nunca mais tivemos nada, mas eventialmente nos vemos pois nossos pais ainda são vizinhos, e sinto no olhar dela que não esqueceu quem tirou o cabacinho do cu e da boceta.
uma babá muito fogosa
Moro numa cidade no interior do Rio Grande do Norte, muito pequena e por isso vou omitir o nome da cidade e o meu será Max (fictício). Bom mais vamos a história. Tenho 23 anos, cabelos e olhos castanhos e um corpo normal: nem magro nem gordo. Este fato que irei narrar aconteceu há uns três meses atrás. Moro vizinho a um pequeno supermercado, cuja parte de cima é a casa do proprietário, o Seu João. Acontece que sua única filha, Juliana (fictício), separou-se do marido e voltou para casa com um bebezinho de 07 meses. Seu João tratou logo de arrumar uma babá numa cidade vizinha. Era a filha de um ex-funcionário seu e tinha 14 aninhos. Eu estava visitando Juliana quando Seu João chegou com Patrícia (fictício). A moreninha tinha um corpinho perfeito: coxas grossas, bunda empinada e uma boca carnuda, além de ter um rosto lindo. Simplesmente perfeita. Tratei logo de fazer amizade com a menina. Ela se mostrou muito sorridente e falante. Juliana, maldosamente, comentou com ela que eu era um “rasga anjo”, o que a deixou corada na hora. Eu desconversei e disse que estava de saída.
Confesso que naquela noite não dormi direito só pensando na moreninha. Logo cedo, antes da 07:00h fui visitar Juliana, mas para minha surpresa ela tinha ido à capital resolver problemas do seu divórcio e Patrícia estava sozinha em casa, além de Natanael, o bebê de Juliana que dormia como um anjinho. Notei Patrícia bem mais à vontade que no dia anterior, mais falante ainda. Há certa hora, ela terminou os afazeres domésticos e pediu-me licença para tomar seu banho. Fiz menção em ir embora, o que fui impedido por ela, dizendo que fazia questão que eu ficasse. Não me fiz de rogado e fiquei lendo uma revista enquanto ela tomava seu banho. Uns quinze minutos depois ela apareceu usando um top com um micro short de um algodão, fininho e colado ao seu corpo, realçando ainda mais suas formas divinas. Fiquei deslumbrado e foi difícil disfarçar o volume entre as pernas. Ela então perguntou-me se eu sabia jogar um jogo de cartas chamado pif paf. Disse que sim, mais geralmente jogava a dinheiro. Ela disse que não tinha dinheiro, mas na sua cidade ela tinha jogado com um garoto e quem ganhava escolhia uma prenda para o perdedor pagar. Ela disse que o garoto sempre que ganhava pedia-lhe um beijo na boca. Topei na hora, já esperando o que estava para acontecer. Ela, apesar da pouca idade, sabia seduzir um homem e eu, confesso, estava completamente envolvido naquele jogo. Começamos a jogar e ela mostrou-se uma ótima jogadora e venceu a primeira partida. Ela me disse que iria pedir para eu tirar a camisa, porém poderia chegar alguém da casa e seria uma situação constrangedora. Então ela pediu para morder o meu queixo. Deu-me uma mordida longa e suave. Adorei. As outras três partidas seguintes ela também ganhou e pediu uma mordida na orelha, um beijo no pescoço e finalmente, um beijo na boca. Mas estava mais para uma bicoca do que para um beijo na boca. Na quinta partida, finalmente ganhei. Não pensei duas vezes e pedi um beijo de língua. Ela não se fez de rogada e aproximou-se de mim e fechou seus olhinhos. Dei-lhe um beijo suave e bem molhado. Foi o máximo. Quando terminamos o beijo escutamos a porta se abrindo, disfarçamos e fingimos que era apenas um inocente jogo. Terminamos aquela partida e me levantei para ir embora, quando ela me perguntou quando seria a próxima partida com um ar de felicidade. Disse que à noite não teria ninguém lá em casa, já que haveria uma quermesse na igreja do bairro e todos lá de casa iam participar. Fui para casa e logo após o almoço fingi estar com dor de cabeça e fui para meu quarto dormir. Só acordei perto da hora do jantar e disse a minha mãe que ainda estava indisposto e não iria acompanhá-la à quermesse. Depois do jantar todos saíram de casa e não passou cinco minutos ela bateu na minha porta. Acho que ela estava só esperando eles saírem. Já conduzia o baralho e com um largo sorriso no rosto perguntou-me se poderíamos começar o jogo. Olhei se ninguém na rua tinha a visto entrar e fechei a porta. Desta vez estava com mais sorte e ganhei a primeira partida. Não quis me precipitar e pedi novamente um beijo na boca. Esse foi melhor ainda, pois ela estava mais solta. Na segunda partida ela ganhou e me pediu para eu tirar a camisa, pois queria ver meu corpo. Fiquei excitadíssimo, e ela além de ver meu tórax, também pode apreciar o volume por baixo do fino short de algodão e sem cueca. Ela nem disfarçou e ficou olhando com os olhinhos arregalados. Na outra eu ganhei e pediu para ela tirar seu top, o que ela fez sem hesitar. Quase cai para trás ao ver aqueles peitinhos pequenos e durinhos. Continuamos o jogo e ganhei novamente e lhe pedi para lamber seus peitinhos. Ela fechou os olhinhos e balançou a cabeça positivamente. Aí eu mandei ver. Chupei durante uns cinco minutos. Voltamos ao jogo, e quando ela ganhou, disse que queria que baixasse o short, todavia, ela própria o faria. Levantei-me e fiquei aguardando, também com os meus olhos fechado. Ela baixou lentamente e quando o pênis surgiu ela caiu de boca, numa maestria que me impressionou. A partir daquele momento não queríamos mais saber de jogo. Tratei logo de tirar sua bermuda jeans e a linda calcinha rosa de bichinhos. Deparei-me com a bucetinha mais linda que havia visto na vida. Bem depiladinha e que cheiro! Cai de língua por mais de dez minutos. Não sei nem quantas vezes ela gozou. Posicionei-me para penetrá-la, mas ela recuou dizendo que ainda era virgem e pretendia continuar assim até que achasse a pessoa ideal. Quando já ia desistir de tudo, ela virou-se de costas, e empinando a bundinha, disse:
- Se você for bem carinhoso, deixo meter na minha bundinha!
Não acreditei no que estava acontecendo. Confesso que se estivesse lendo um conto não acreditaria. Mas, não perdi tempo e passei minha língua naquela bundinha carnuda e macia. Ela delirou, começou a falar palavras inteligíveis... Chamava-me de meu macho, pedia-me para fodê-la logo. Cuspi na cabeça do meu pau e fui metendo, só parando quando meu saco bateu em sua bundinha. Com o dedo bati uma siririca frenética nela. Ela rebolava como uma louca e pedia para eu bater em sua bunda, cada vez mais com força. Nunca pensei que uma menina tão nova fosse tão fogosa. Após muitas estocadas firmes, gozei abundantemente em sua bunda. Tomamos um banho e ela foi para sua casa. Porém, antes de sair, ela disse que teria uma surpresa para mim e saiu quase que correndo. Não precisa nem dizer que não durmi naquela noite. Passei três dias sem vê-la, achei até que ela estava me evitando, todavia, no sábado, dia da feira em nossa cidade, às 07:00h ela bate em minha porta. Eu estava sozinho em casa novamente, pois todos tinham ido para feira. Ela entrou chorando e disse que tinha discutido com Juliana e ela a tinha mandado embora. Perguntou-me se eu não poderia deixá-la em sua casa, distante 25km daqui. Coloquei sua mala no meu carro e seguimos viagem. Como ela não parava de chorar, perguntei-lhe o motivo. Ela parou, olhou bem para meu rosto e disse:
- Você é bobo mesmo! Não vê que estou apaixonada por você! E agora não vamos mais poder nos encontrar...
Parei o carro na hora e fiquei mais de um minuto olhando para ela. Aproximei lentamente e trocamos um apaixonado beijo na boca. Dirigi mais uns 07km e chegamos até um motelzinho de beira de estrada, bem fraquinho, porém, com um quarto bem aconchegante e limpo. Mais uma vez ela me surpreendeu dizendo, logo que entramos no quarto:
- Decidi que, embora seja a última vez que vamos nos ver, quero que você me faça mulher!
Como dois animais, nos atracamos num longo beijo, e fomos nos livrando das roupas. Tratei de chupar sua bucetinha cheirosa oferecendo meu pau duro como uma barra de ferro para ela chupar também, num delicioso 69, aproveitando para colocar bastante saliva em sua bucetinha. Após uns 10 minutos nessa chupação, coloquei-a na posição de “frango assado” e encostei meu pau em sua bucetinha e dei uma pequena forçada e senti quando bateu no hímen. Fui empurrando meu pau lentamente, curtindo cada centímetro daquela bucetinha linda. Fui aos poucos aumentando o ritmo, até que, num frenesi louco, gozamos juntinhos. Não lembrei nem da hipóstese dela engravidar. Depois desta trepada fenomenal fomos tomar uma ducha, pois escorria na sua perna esperma misturada com sangue do seu cabacinho. Ficamos namorando por uns quinze minutos, até que ela lembrou que tinha que ir para casa, senão seu pai iria desconfiar da demora. Deixei-a na porta da sua casa, trocando juras de amor e promessas de um novo encontro. Ela já me ligou umas dez vezes depois disso, falou-me que estava trabalhando na casa do vice-prefeito da cidade como babá, mais ainda não tivemos oportunidade de nos reencontrarmos. Quando isso acontecer, conto aqui.
Na aula de Matem[atica
Ola pessoal meu nome eh Diogo (real) tenho 16 anos,loiro,
1,75 m,Olhos verdes e corpo de academia.Mas náo pensem que somente por eu ter 16 aninhos que eu náo vivi nada ainda,estou aqui para lhes contar uma coisa que aconteceu
a +ou- uns 2 anos em uma aula de Matematica.
Estava em meu lugar na cadeira com uma amiga de varios
anos sentada ao meu lado como fora a 5 anos atè os dias
de hoje.
Mas como qualquer garoto e garota em nossa idade tinhamos duvidas que ateh ali eram normais e compreendidas por todos,ou seja,eram duvidas normais dessa idade.
Mas náo como qualquer garoto e garota de nossa idade tinhamos vontade de experimentar e ver se valeria mesmo apena sentir dor (pois viamos uns filmes de meu pai aqui em casa e achavamos que sentiam muita dor pois ficavam gritando) para sentir prazer.
Ateh que em um dia ela disse no meio da aula de Matematica que náo aguentava mais e queria me dar.Mas a nossa sorte eh que ninguem escutou nossa conversa pois somos os ultimos das filas desde o come;o do colegio ateh agora no 2 ano.Mas ela sempre dizia isso mas quando chegava na hora H ela parava.Mas para a minha surpresa este dia foi muito diferente pois ela chegou com sua boquinha no meu ouvido e disse
-Diogo pra vc ver que dessa vez eh diferente vou lhe mostrar!-
Quando acabou de falar isso ela sem nem mesmo eu conseguir falar nada em um movimento rapido aguarrou meu pau e come;ou a masturba-lo.E ficamos assim ateh que resolvi fazer a mesma coisa com ela.Mas quando eu botei a máo em cima da sua bucetinha que a essas auturas ja tinha se molhado toda,ela botou a outra máo por cima e disse
-Hoje e aqui náo mas amanha lah em casa tudo bem!
Eu resolvi fazer um agradinho e disse para ela em seu ouvido
-Bruna(real) se vc pode eu tambem posso,e assim como estou gostando quero que vc goste,e sinta a mesma coisa que estou sentindo.-
Nisso ela tirou a máo e com um leve suspiro disse bem baixinho
-Soh náo me machuque pois amanhá quero tentar fazer igual aquelas mulheres no filme.
Mas quando comecei a masturbala ela botou as 2 máos apoiando a cabe;a na classe e dizia que estava adorando ateh que quando eu fui enfiar um dedinho na bucetinha dela ela comecou a se contorcer e nisso acabou sem querer dando um gritinho com voz fina e gozando ao mesmo tempo.
Quando a professora perguntou o que houve falamos que ela tinha se espetado sem querer com a ponta da lapizeira.
Soh que o que náo tinhamos notado eh que a lapizeira estava guardada no estojo dela ainda.Mas ninguem notou(nossa sorte).
No outro dia cheguei na casa dela com 1 camisinha no bolso esquerdo,um tubinho de lubrificante no bolso direito,um ramalhete de rosas brancas na máo esquerda e todo arrumado.Quando a máe dela atendeu a porta logo me chamou para entrar e perguntou com um tom de grassa
-Que rosas sáo essas? estah apaixonado?Ou pretende leva-la a algum lugar em especial?-
Logo perguntei sem querer
-Tia (modo como sempre a chamei,mas náo eh minha tia)
pretendiamos ver TV e mexer na internet ateh vcs cheguarem...Tem problema?
-Ela logo me respondeu que náo e se apressou em chamar seu marido para irem ao restaurante onde jantariam.Nisso ela da um grito de seu quarto dizendo que eh para eu subir.
Quando entro no quarto dela logo percebo que ela esta com um vestido que dei pra ela a 3 anos atraz(um vestido que eh soh puchar para cima que ele sai).Nisso ela tira o vestido e fala pra eu tambem tirar as minhas roupas.
Logo comecei a tirar minha roupa.Quando ficamos pelados ficamos uns 2 minutos nos olhando e ela disse logo
-Diogo tenho uma coisa para te mostrar...Se gostar podemos tentar,pois eu ja vi varias vezes e gostei...
Era um filme pornografico.Enquanto estavamos deitados de lado e vendo o filme comecei a me aproximar dela por traz e botei bem pau encostado na sua bundinha.Ela disse que se eu quizesse fazer alguma coisa tinha que primeiro botar a camisinha.Botei e ela disse pra eu náo fazer muito rapido pra náo doer.Quando ela deitou de brucos logo vi que ela era muito linda(Loirinha,linda,Olhos azuis,pele branca bem clarinha,labios carnudos mas no ponto certo,seios durinhos tamanho medio e com curvas de dar inveja em muitas garotas de 18 anos).
Mas quando resolvi botar meu pau nela ela disse pra eu ir devagar e pensar que era a primeira vez dela tambem e que náo era pra eu me apavorar e ir muito rapido.
Comecei como se deve comecar em uma garota virgem.Com carinho,devagar e com todo o cuidado.
Mas para a minha surpresa ela comecou a dizer que estava muito bom e queria que eu fizesse mais forte e usasse todo o meu pau.Mas quando botei mais lento todo ele dentro dela ela deu um gritinho apavorada e eu parei.Ela disse num tom como se estivesse morrendo que ia gozar, e se eu tambem fosse gozar para tirar meu pau dela e gozar fora pra ela náo engravidar.Mas quando ela gozou e derrepente comecou a gozar varias vezes fiquei pensando que estava entupido e que eu nunca iria gozar,Nisso ela disse
-Diogo,como eu sinto prazer e gozo e vc náo?Náo esta gostando?
Eu rapidamente disse
-Claro que to gostando Bruna mas náo eh isso...Eh que eu to com muita vontade de comer teu cuzinho.E sei que vc náo vai querer me dar.
Ela disse rapidamente com um tom de malicia
-Quem te disse isso estava muito errado,mas náo quero a seco assim,quero que vc use outro preservativo e que use lubrificante.
Quando eu estava trocando de camisinha olhei pra ela e ela estava na posicao \'\'De Quatro\'\'.
Eu fui lambuzei o cuzinho dela e logo fui enfiando devagar e quando eu botei a cabeca pra dentro ela deu um gemidinho e gozou de novo.Derrepente comecei a fazer mais forte ateh que quando eu gozei fiquei soltando tanto esperma que achei que eu fosse desmaiar.
Quando tirei meu pau e deitei do lado dela vi que estava escorrenco minha porra pelas pernas dela.
Ela foi tomar banho e quando voltou nos nos deitamos e ficamos ali ateh que comecou a nos dar mais e mais vontade.
E fizemos varias vezes.No dia seguinte na aula ela soh dizia em fazer tudo de novo.
Mas quando meu pai e minha máe foram pra Sáo Paulo (como fazem todo o mes e ficam 1 semana lah,e me levam junto) perguntamos se a Bruna podia dormir na minha casa aquela semana e se tinha algum problema.Disseram que pra eu náo ficar sozinho ela podia dormir lah a semana toda.
E fizemos varias vezes por dia e dormiamos juntos no meu quarto (fora o de meus pais o unico com cama de casal).
As vezes quando lembramos achamos engracado,mas nos nunca mentimos,aquela foi a MELHOR SEMANA DE NOSSAS VIDAS...
Mas eh claro ja aconteceram outras coisas.Mas isso deixo para outra hora.
Se gostaram do que lhes disse aqui, mandem E-mail`s para
diogotosco@hotmail.com
que se gostaram lhes escreverei mais vezes sobre essas nossas loucuras e vezes que nos da tesáo.
Obrigado por ler minha historia.
Diogo |
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