sábado, 19 de fevereiro de 2011

contos eróticos

PEGAÇÕES” DE ADOLESCENTE III

Estimulado pelas leituras dos contos deste site, resolvi colocar minhas experiências sexuais vividas ao longo dos meus 51 bons anos de vida, em que pude ter o privilégio de poder experimentar quase tudo que o sexo tem de bom e prazeroso para oferecer: à dois, à três ou solitário. Sejam experiências homo e heterosexuais.
Sempre tive um cacete avantajado, não é nenhum exagero, mas tem cerca de 19 cm por 5 cm de diâmetro, uma cabeçona grande e rosada, muito macia, de resto é bem grosso, curvado para esquerda, que digo ter sido por vício, de tanto ter comido cuzinho de ladinho. Naquela época também não ficava por menos e em relação à garotada eu tinha um dos maiores.
No conto passado: “Pegações de Adolescentes II” eu contei como pude foder a bundinha mais branquinha e mais novinha de toda a minha vida, a do Zinho, por duas vezes, num prazo de 45 dias, uma da outra, enrabei aquela bundinha redondinha, lisinha, macia e branquinha que só ele tinha.
Hoje estou me lembrando do caso do menino, o Luizinho, ele devia ter uns 13 anos, eu com 15 anos, e o Jair com 16 anos. Numa tarde batendo um papo sobre a Cidinha, irmã mais velha do Luizinho, com uns 15 para 16 anos, em que eu e o Jair estávamos concorrendo entre nós, para saber quem namoraria ela primeiro, pois havia se mudado para nossa rua à poucos meses e era muito bonitinha, gostosinha e tal, porém muito fechada. Vizinha dela havia a Marinalva, uma moreninha bem clarinha, que como a Cidinha, alta, magra, pernas longas, seios pequenos para médios, bem redondos, bunda pequena, porém rebitada, tipo empinada, fez amizade com ela primeiro e dela partiram nossas investidas.
Eu perdi para o Jair que ficou com a Cidinha e acabei por ficar com a Marinalva, saímos juntos por duas a três semanas, e só ficamos na azaração e passadas de mão, elas não deixavam a gente avançar o sinal. Conversando com o Jair ele dizia que a Cidinha era bem quente, sabia das coisas, mas estava se guardando para se casar, e eu, falava para ele que a Marinalva até deixava esquentar as pegações, mas era cheia de cócegas na região da virilha, e toda vez que eu investia na área do prazer, era aquele furdúncio e acabava com qualquer tesão, mesmo de um adolescente, como eu, louco para comer uma bucetinha, pois só tínhamos comido cuzinho dos pivetes que se atreviam a entrar na turma da gente.
Papo vai, papo vem, o Jair me fala que numa daquelas noites que estava namorando e dando uns amassos mais calientes com a Cidinha, ele viu o irmão dela, o Luizinho espiando na quina da parede do corredor da casa dela. E que tinha percebido que ele estava se bolinando no pau, como que tocando uma punhetinha enquanto ele, o Jair, ficava na pegação com a irmã do guri. Daí eu perguntei para ele, e o que ele achava disto tudo, e ele me confidenciou que ia levar o moleque para uma conversa e depois me falaria do resultado. 
O Jair morava num quarto e cozinha, que fazia fundos para a casa da Cidinha, e era uma das muitas propriedades que os pais do Jair tinham naquela Rua, praticamente eram três cortiços, em propriedades diferentes, e cada um tinha mais quatro casinhas deste tipo (quarto, sala, cozinha e WC), e ele para dar o quarto para suas irmãs na casa principal, foi morar numa destas casinhas. 
Passado uma semana, contou-me que havia levado o Luizinho para sua casa, com intuito de jogar figurinhas, naquela época havia uma coleção que saia todos os anos, chamada “Holandeza”, e dava muitos prêmios e era febre na molecada, tanto que se você estava afim de comer o cuzinho de um pivetinho, era só prometer que ia dar uma figurinha carimbada e você fodia o cuzinho do moleque tranqüilamente. Ele me disse que depois de um tempo jogando “abafo”, e como a vestimenta da época era todo mundo de calção, o Luizinho sentou-se de pernas abertas e relaxou, deixando à mostra a polpinha da bundinha dele. Continuando, o Jair disse que ficou com um puta tesão no moleque e levou o papo para troca de figurinhas carimbadas, desde que ele deixasse ver a bundinha dele, e quando menos esperava o Luizinho foi aceitando, muito rapidamente, para surpresa do Jair . O moleque levantou –se, virou-se de costas para ele e abaixou o calção, ficando um bom tempo de bunda de fora. E que ele não teve dúvidas, passou a mão na bundinha moreninha do Luizinho, deu um apertão na polpa, que era durinha, pois o Luizinho tinha um corpo formado, tipo musculoso, braços grossos, pernas grossas, biotipo de que seria um rapaz bem forte, porém baixinho. Que depois de ter apertado a bundinha redondinha dele, abriu um pouco a bunda do moleque e ele virou-se de frente para o Jair, com o seu pau duro, era médio, bem menor que o da gente, e batendo uma punheta, fez uma proposta para o Jair, se desse de volta o monte de figurinhas que ele tinha perdido no jogo, ele deixava brincar na Bundinha dele. O Jair não teve dúvidas, colocou o Luizinho debruçado na cama dele, melou o cú do moleque com guspe e meteu o seu cacete de 17 cm no cú dele e deitou-se sobre o guri, e ele só gemendo de prazer, falando que estava gostoso, que estava bom de mais, que era para continuar e o Jair não teve dúvidas, meteu para dentro do cú do Luíz que aceitou na boa, primeiro a cabecinha e depois todo o resto. 
O cacete do Jair, não é cabeçudo como o meu, tem a ponta reta da mesma grossura do corpo do pau, de forma mais achatada e dali a pouco, ele estava gozando no cú do Luizinho.
A estória contada pelo Jair sobre como tinha comido o Luzinho, me deixou de pau duro na hora, e falei para o Jair que eu também ia querer comer o menino, que parecia saber das coisas, e puta que o pariu, ele sabia dar o cuzinho, e eu poderia relembrar das metidas no cuzinho do Zinho e que até aquele dia não tinha aparecido nenhum outro igual.
O Jair olhou para o meu cacete que queria estourar das minhas calças de tão duro, e me confidenciou que também estava com muito tesão e de pau duro, só de ter relembrado e me contado a estória. Eu falei para ele que a gente precisava relaxar e dar uma extravasada, com uma bela punheta. Para quê eu falei aquilo, ele, imediatamente, me convidou para ir na casa dele darmos uma gozada bem gostosa, e fazer umas brincadeirinhas sacanas do nosso aprendizado sobre sexo.

Como eu estava afim de gozar, fui no embalo. No quartinho da casa dele, sentados sobre a cama, ele foi o primeiro que liberou geral, tirou o pau para fora e começou uma punheta, contando como tinha deitado de bruços o Luizinho, e lembrando de como era a bundinha do moleque, e então, eu também liberei meu cacetão e comecei minha punheta envolvido pela fantasia de comer o cuzinho do Luizinho. Ora olhava para o meu pau, ora olha para o pau do Jair, que por sua vez, levantou-se da cama, ficou em pé e fazia os movimentos de estar metendo de quatro na bundinha do Luizinho. Também me levantei e estávamos só com o pau de fora, não tínhamos tirado as calças, pois era só para punhetar mesmo, e num destes lances acabei indo para trás do Jair e comecei brincando, dando-lhe umas encoxadas na bunda, e ele, o Jair acompanhava-me balançando a sua bunda, depois, ele virava para trás de mim e também me dava umas encoxadas, e a punheta comendo solta. Ficamos neste roça-roça, encoxando um ao outro, até que veio o gozo e despejei minha gala na minha mão e ele foi no chão mesmo. Quando eu estava gozando, eu tinha dado uma olhada para fora da casa, e tinha visto alguém espiando no vitrô da casa que fazia fundos com a do Jair, e eu não sabia de quem era ainda. Contei para o Jair e me falou brincando que deveria ser do Luizinho.
Nos recompomos e daí fui embora e fiquei de olho esperando a oportunidade de encontrar o Luzinho sozinho na rua, na semana seguinte, eu dei sorte, era bem cedo, e como o meu tesão para comer o moleque estava a mil (tinha dia que eu batia até três punhetas) interpelei o Luizinho e já fui despejando tudo o que podia para convencê-lo para vir até minha casa e que eu sabia do que tinha acontecido, com o Jair, que ele tinha dado o cú para ele, e tudo o mais, e me fazendo de rogado já fui perguntando:- como é, vai dar pra mim também, não vai? Me respondeu que se eu quisesse comer o cuzinho dele, eu teria que dar alguma coisa para Ele. Empolgado com a sacanagem, prometi lhe dar um álbum de figurinhas da Holandeza, todo preenchido (mas não falei que era do ano passado), ele ficou contente, e concordando falou pra mim, aonde vai ser? Eu disse-lhe: lá em casa (minha mãe trabalhava para ajudar o orçamento de casa, de forma que eu estava sozinho para foder o cuzinho daquele menino) no meu sofá-cama! E daí, ele me acompanhou todo sorridente e puxando o calção para cima da cintura, enterrando na rachinha da bundinha estava delirante, indo na minha frente. Chegando em casa, fomos para a sala, e sentados no sofá ele me falou que tinha me visto batendo punheta com o Jair e que ficou pensando em mim, no tamanho do meu pau e que estava com tesão e que estava mesmo a fim de deixar eu brincar na bundinha dele, desde que ninguém soubesse. Senti-me cheio de tesão e resolvi levar a mão na bunda do moleque, mesmo sentado, ele deu aquela levantadinha de lado com a bunda permitindo que eu sentisse toda a extensão da bundinha dele, e como era durinha, fiquei passando a mão na bundinha dele por dentro da boca da perna do calção, ele já estava com a respiração ofegante, resolvi abaixar o calção dele, ele se colocou de pé e eu pude ver que o pinto dele, estava bem durinho, eu continuei sentado no sofá e fiquei passando a mão na bundinha moreninha dele, toda arrepiada, ora apertava as polpas da bunda, ora eu cutucava com os meus dedos no cuzinho dele. Eu não estava mais agüentando, o meu cacete queria estourar dentro das calças, eu me levantei também e lhe ordenei para baixar a minha calça. Quando pulou para o alto o meu pistolão, para surpresa do Luizinho que ainda não tinha tido oportunidade de ver de perto o tamanho da minha vara, ficou de boca aberta, parou para pegar na mão e iniciou uma gostosa punheta, sua mão pequena, não conseguia segurar ele inteiramente, e com a sua outra mão deu início numa punhetinha no seu próprio pinto e novamente me pediu para que eu não contasse nada para ninguém, e ele ficou ali batendo uma bem gostoso. Não falávamos nada, só nos olhávamos e nós ouvíamos nossas respirações e o barulho peculiar da punheta, batendo devagarinho, bem macio, ora olhando para mim, ora para o meu pausão, alisando, subindo e descendo com a mão em toda a extensão do meu pau, parava um pouco na cabeçona, voltava o olhar para mim e comentava que ele é grosso e muito grande, que do vitrô do banheiro da casa dele, ele não imaginava que era tão macio e gostoso de se pegar . Com a outra mão ele continuava batendo a punhetinha no seu peruzinho, em certo momento, ele mesmo me pediu para “brincar” na bundinha dele. Mas com uma condição: que eu não metesse tudo de uma vez porque era muito grande e muito grossa. Eu mais do que depressa falei para confiar em mim, ele virou de costas, acabou de tirar o calção dele e ajoelhou-se no chão, momentaneamente, eu passei com a minha pica na altura da cara dele, e pensei comigo mesmo, não tem como dar uma lambidinha maravilhosa na minha vara? Pedi para ele abrir a boca e me dar uma lambida no pau. Ele olhou para minha cara, segurou o pau na mão e foi pondo a pontinha da língua e depois lambia a cabeça, e dali a pouco estava lambendo tudo. Derepente ele parou de chupar e pediu para por na bunda dele, que já estava arreganhando o rabo com uma das mãos, e eu com a minha mão, o ajudei a puxar o outro lado, escancarando o cú dele. Dono de um bunda redonda, dura, arrepiadinha e muito morena, clareava um pouco no rego e nas bochechas, naquelas dobrinhas das polpas da bundinha dele. O moleque era um tesão. Segurei meu cacete com a outra mão e pincelei no rego dele, para cima e para baixo, umas cinco vezes, até ele implorar para ir logo, apontei no cuzinho bem rouxinho que ele tinha, dei uma ajuda com guspe e com a cabeça já bem molhadinha, com o lubrificante natural que a gente tem, fui colocando na entradinha daquele cuzinho e empurrando, ele quis sair para frente eu o segurei pela cintura, ele se jogou debruços no sofá e voltou com as duas mãos para segurar e separar as bandas da bundinha, com ela bem empinada para o alto eu comecei a meter bem devagar. Bem devagarinho, empurrando a cabeçona, entrando naquele tunelzinho estreito, apertadinho, quente e cheio de prazer, que só um cuzinho, quando quer ser enrabado é que se mostra piscando de tesão, pedindo para ser entupido e para ser metido, mais e mais. 
Ora ele reclamava um pouco que estava doendo, mas continuava ali, ora ele segurava a bunda para mim e resmungava, ora ele ajudava empurrando para que meu cacete fosse metendo naquela bunda, ora ele insistia se jogava para trás, buscando o meu cacete, e pedia para parar. Ora gemia mais alto quando eu tirava a cabeçona e apontava para dentro do cuzinho dele novamente. Ele tentava sair e eu o segurava outra vez. E assim fiquei até acalmá-lo e não deixando-o escapar da minha pica que estava dentro do cu dele, dei uma segurada no peru dele, fui punhetando-o, já todo melado e ainda reclamando que estava doendo que era para eu parar, que ele não ia agüentar, que era para eu tirar e ameaçou de chorar, e aí eu tive que dar uma paradinha, fiquei estático, não me mexia e só punhetava ele. O guri foi se acalmando, foi se acostumando e começou a mexer a bundinha, e a dar umas reboladinhas, dali a pouco, estava subindo e descendo, e eu, fui ficando cada vez mais doido de tanto tesão, sentindo que o meu cacete estava abrindo as pregas do cuzinho dele, sentia elas se arrebentando, e o meu cacetão foi entrando para dentro daquele canal quente e escuro de prazer. Chegou num ponto que ele gozou na minha mão, e eu dei para ele lamber a porra dele que estava melada nos meus dedos e na palma da mão. Ele lambeu com certo nojo, era a primeira vez, e como era dele mesmo, foi dizendo que estava salgada. Fui sentindo ele mais tranqüilo, mais à vontade, e mais relaxado e a partir dali comecei a bombar , bem devagarinho, a tirar quase tudo, e empurrar para dentro, num vai-vém delicioso e bem cadenciado, com ele gemendo bem baixinho e me dizendo que agora estava muito gostoso e queria continuar a dar para mim. E que deste jeito ele daria mim e para o Jair juntos. Ao ouvir aquilo eu explodi de tesão e gozei fartamente no cú dele, era tanta porra que saia pelas pregas arrombadas do cú do moleque e escorria pelas pernas dele. Aquela gozada deixou o cú dele mais macio, e bem escorregadio, e continuei bombando a minha pica, agora penetrava com facilidade, fazendo com que o meu saco batesse no dele e o barulho do cú arrombado cheio de porra com pau atolado, entrando e saindo, ia fazendo sons de “choc” “choc” e ele me pedindo ... não para... está bom demais... estou de pau duro de novo... Estiquei as pernas dele sobre o sofá, colocando-o de ladinho, me ajeitei por trás dele e continuei bombando, e comendo aquele cuzinho maravilhosamente, por um bom tempo, me virei sobre ele, completamente e passei para o outro lado, ficando encostado no encosto do sofá, e ele ficou de frente para janela da sala, nesta posição, ele empurrava a bunda dele para trás com mais força contra o meu corpo, e o meu pau atolava o restinho de carne naquele cú maravilhoso, que todo garotinho, só desta idade de 10 para 15 anos, têm. Não dá para explicar mas é um cú de pregas bem macias, a musculatura do esfíncter não é enrijecida e favorece a metida, ele recepciona e acomoda o cacete de tal maneira que até parece que você está comendo um cú de mulher, que é bem diferente do cú de homem. Não tem coisa igual que comer cú de adolescente nesta idade. Em seguida ele pediu para mudarmos de posição, ele queria ver o meu pau entrando no cú dele, saímos da posição de ladinho, virei ele de frente para mim e passei a enrabá-lo de frente. Coloquei as pernas dele no meu ombro e eu ajoelhado no sofá voltei a empurrar o meu pau no cuzão dele. Ele levantou o máximo as pernas, dobrando-as e trazendo os joelhos, flexionados até a sua cabeça, ficando totalmente exposto e arreganhado e me pediu para que tirasse tudo e enfiasse até o saco. Deu para fazer umas cinco vezes, com ele assistindo, e foi só eu dar um inclinada para cima dele e todo o resto do bráulio foi visitar aquele cú maravilhoso. Na hora fiquei meio estarrecido, com tudo o que eu já havia enterrado no rabo dele, e ele ainda me pedia para meter mais, porque estava muito gostoso, concordei prontamente, apesar que não tinha mais o que colocar e passei novamente a tirar tudo para fora até a cabeça e a empurrar tudo de uma só vez para dentro daquele cuzão maravilhoso. Ele era só frases curtas: ..ai que gostoso...ui que delícia...hummm fode mais, fode....isto põe tudo, põe mais...ahhh que cacetão grosso...arromba meu cú... e segurando na minha mão, começou a gritar de tesão e a gozar esporrando na barriga dele, e eu fui de novo, maravilhosamente, não consegui segurar mais nenhum centímetro, só ficou o saco de fora, que batia por sua vez na bunda dele, e segurei ele, de forma que, quando empurrava o resto para frente, eu voltava socando naquele rabinho de puta, e sentia o cú dele ser lasceado, e a minha vara entrando e saindo com tal facilidade, relaxado por completo, se entregou nos meus braços e me deixou foder no rabo dele, de tal maneira, que ficou um baita de um buracão. Eu socava tudo, tirava até a cebeçona para fora do cú dele e empurrava tudo para dentro de novo, que fiquei de pernas bambas, fui gozando bem lentamente, falei para ele que estava gozando junto com ele, e quando tirei do cú dele o meu pau estava melado de porra e de merda, pois desta vez eu tinha afundado tudo o que podia no rabo do menino. Levantei-me dali e fui para o banheiro lavar o meu pau na pia, e dali a pouco chegou ele, passando a mão no cuzão tentando se olhar no espelho e exclamou que nunca tinha visto o cú dele daquele tamanho, que ele ia ficar sem sentar por um bom tempo. Ele se limpou também, pegou no meu pausão que estava mole, meia bomba, e eu o indaguei sobre a possibilidade dele realmente dar o cú para mim e para o Jair juntos? Confidenciando-me que tinha adorado dar para mim e que só eu e o Jair iríamos comê-lo quando quiséssemos, que era só a gente marcar, mas que ele queria ganhar alguma coisa, pois a sua irmã falava que para dar de novo os caras tinham que pagar bem! Pensei comigo mesmo, esse moleque ainda vai longe e ainda deu a deixa para a gente comer a irmã dele, a Cidinha.










SEXO AOS 12

Eu,e Felipe fizemos um trabalho com a Carolina,ela era mais desenvolvida que as outras garotas,já tinha peitinhos grandes para a nossa idade e uma bunda grande,eu e Arthur estavamos só de short e camiseta regata,pois estavamos andando de skate,não poderiamos perder essa chance para comer ela,porque a mãe do Arthur e seu pai haviam ido a um congresso em Belo-Horizonte e sua tia,que morava com eles tinha ido fazer uma sessão de fisioterapia que duraria umas duas horas e meia,ela tinha sofrido um acidente a pouco tempo e estava fazendo fisioterapia intensiva,conversamos sobre vários assuntos durante o trabalho,até que conversamos sobre sexo,Carol duvidava que os homens tinham membros tão grandes,ai eu mostrei o meu para ela,tinha uns 12 cm na época,e o do Felipe tinha uns 13cm,ela ficou impressionada,então falei para ela porque que ela não chupava para ver,ela ficou meio receiosa,pois a mãe dela não iria gostar se soubesse,mas acabou aceitando,ela chupou o do Felipe primeiro até que ele gozou na boca dela,ela não sabia que fazer com a porra do Felipe,então eu mandei ela engolir,então ela chupou o meu,mas eu segurei a porra,então ela pediu para que nós tirassemos a virgindade dela,eu enfiei meu pau,mas tirei na hora que ia gozar,então peguei umas camisinhas do meu pai,ele tinha uma caixa com várias,não iria sentir falta de um pacote,então voltei e dei uma para o Felipe,peguei uma com sabor de morango,ela chupou o meu cacete e o Felipe meteu nela,não demorou e ela teve um orgasmo,não comemos o cu dela para evitar gritos,pois morava num apartamento.Não transamos mais,mas vários outros meninos transaram com ela.Nós todos perdemos a virgindade naquele dia.








Na volta da escola

Na volta da escola

Meu nome é Paulo hoje tenho 23 anos, mas o que vou relatar aconteceu quando eu tinha 16. Estudava em uma escola particular da Zona Sul do Rio, todo dia no final das aulas eu ia para casa na condução da escola, uma van com vidros escuros. Era um longo trajeto, o motorista ia deixando um a um em suas casas, a maioria na ZS mesmo, porém eu morava na Barra/ZO (para quem não conhece, é um pouco longe, ainda mais com transito), após despachar todos os moradores da ZS, seguíamos para Barra, alem de mim haviam duas garotas que também moravam lá, eram as irmãs Claudia, com 15, e Flavia, com 13.
Normalmente no caminho para Barra, como só tinha nós três além do motorista, cada um se esticava em uma fileira de bancos e dormia, com o transito, era uma boa dormida de uma hora e meia a duas horas.
A van tinha um problema com o som, pois só funcionavam as caixas de frente, nos lados do motorista, e como sempre pedíamos para aumentar, mesmo enquanto dormíamos, a musica ficava muito alta para o motorista impossibilitando que ele ouvisse qualquer coisa que viesse dos passageiros.
O fato...
Comecei a notar que Flavia sempre se esforçava para sentar ao meu lado quando entravamos na van, quando não conseguia ficava de cochichos e risadinhas com sua colega de classe que também ia com agente, isso foi durando e fui tendo a certeza de que era comigo.
Flavia era linda, lourinha dourada, do tipo magrinha, mas com belos seios que apesar de ainda estarem em formação eram lindos como duas pêras, suas pernas eram lisinhas com ralos pelinhos dourados, uma pequena deusa de deixar qualquer marmanjo louco, porém nunca dei muita bola, pois era mais velho e tinha namorada. Sua irmã Claudia já era do tipo carnuda, com um belo par de coxas, lidos seios e bunda, toda proporcional como tivesse sido esculpida, e as duas tinhas belos olhos verdes.
Um belo dia, agente tinha acabado de deixar o ultimo morador da ZS e nos ajeitamos para dormir, neste dia Claudia estava na primeira fileira, bem atrás do motorista, eu na ultima, lá no fundo e Flavia na penúltima. O ar-condicionado estava muito forte, e Flavia estava morrendo de frio, pois estava de sainha e top, bem varãoapesar de ser inverno, porém Claudia dizia estar com calor, se iniciou uma breve discussão entre as duas, como sempre Flavia perdeu e o ar continuou no máximo. Passaram-se uns dez minutos e eu ainda não havia caído no sono quando vi a Flavia se levantar, conferir se a irmã estava dormindo e vir falar comigo. Alegava estar com muito frio, o que era verdade pois seus mamilos quase furavam seu top e suas pernas estavam arrepiadas, não encontrei uma solução para ela, então ela pediu para se deitar comigo. Flavia era do tipo ingênua e carinhosa, sempre com brincadeirinhas e caricias inocentes, o que me fez acreditar que não havia maldade na idéia dequele aviãozinho. Aceitei seu pedido, como o banco é estreito, me virei de lado com as costas no encosto e ela se deitou a minha frente de costas para mim. Com nossos corpos estavam totalmente encostados, meu peito em suas costas minhas coxas em suas coxas e meu pau em sua bunda, me esforcei ao máximo para não ficar exitado. Um de meus braços estava sob sua cabeça e o outro estava perdido sobre meu corpo, até que ela falou - Ainda estou com frio, me abraça! – Aí meu esforço redobrou, mas de repente ela pegou meu braço, que agora estava na sua barriga, e levou minha mão até seu rosto, com meu ante-braço ficando entre seus pequenos seios, meu esforço foi por água a baixo, meu pau ficou duro e em alguns segundos estava como tora encostado naquela bundinha. Ela brincava com meus dedos onde apoiava seu rosto passando-os em sua face, foi aí que ela começou a mecher bem devagar sua bunda a pressionando sobre meu pau, o ritmo foi aumentando e a força também, ela começou e gemer bem baixinho, acho que ela mesmo não percebeu, a essa altura ela já rebolava, então resolvi intervir:
- Flavinha você sabe o que esta fazendo?
- Não exatamente, mas estou adorando sentir seu “corpo”, estou toda formigando.
Então ela abriu o jogo e falou da atração dela por mim, e da faze que estava passando, de como se interessava por meninos e o como estava descobrindo este lado da relação homem x mulher. Perguntei se ela já havia visto um filme ou uma revista erótica, ela respondeu que já e que era sobre isso que ela e sua colega tanto conversavam, perguntei se ela gostaria de experimentar e ela apenas sacudiu a cabeça em um sinal positivo.
Em nenhum momento ela parou de rebolar, já era um movimento quase involuntário, meu braço que estava por baixo de sua cabeça se dobrou por cima do umbro alcançando seu seio, que delicia, ficava brincando com seu mamilo, variando entre apertões pegando seu seio inteiro, que cabiam na palma da minha mão, e caricias e leves beliscões em seu mamilo, desci minha outra mão passando pelo outro seio, massageando-o, até chegar em sua buceta, comecei a toca-la por cima da calcinha e logo a tirei jogando-a para baixo do banco, então iniciei uma masturbação que a deixou em estado de loucura, entre frenéticas caricias em seu clitóris e leves enfiadas de meu dedo a pequena se contorcia toda, com toda esta nova sensação a menina não demorou a gozar, de repente seu corpo todo ficou mole, seus gemidos cessaram em um ultimo e abafado grito, seu corpo estava inteiramente arrepiado, foi um dos orgasmos mais intensos que já vi. Após ela se recuperar, pois havia quase apagado, se levantou conferiu se sua irmã não tinha acordado com seus gemidos, buscou sua calcinha debaixo do banco e se enxugou. Meu pau até agora permanecia guardado, enquanto ela se ajeitava eu me sentei, meu pau parecia que ia rasgar a calça, ela olhava fixamente e ainda ofegante pediu para ver, eu prontamente atendi o colocando para fora, então ela perguntou o que deveria fazer, explicou que apesar de já ter visto em uma revista não sabia como era para ser feito. Dando todas as instruções a ensinei passo a passo, primeiro ela bateu uma punheta que apesar de sem jeito estava maravilhosa, logo ela mesmo se prontificou a chupá-lo como havia visto na revista, expliquei como e ela, como se já fizesse isso a anos, fez um boquete fenomenal, chupava tudo, com certeza estava adorando sentir meu membro em sua boca, pois chupava e gemia, pedi para que ela continuasse mas que ficasse de quatro em cima do banco para que eu pudesse alcançar sua buceta, quando toquei tive a certeza que ela estava adorando, sua buceta estava encharcada de chegar a escorrer, comecei enfiando um dedo e logo já enfiava dois, com o dedo médio(pai de todos) pude sentir seu cabaço, enfia e tirava loucamente, ela já gemia alto, assim com medo de acordar sua irmã reduzi a velocidade e fiquei apenas brincando com seu clitóris. Estava tudo maravilhoso, aquela ninfeta me chupando e gozando feito louca comigo, mas poderia ficar melhor, e ficou, a iniciativa veio dela, envolta em prazer ela disse que queria perder a virgindade e aprender tudo comigo, fiquei orgulhoso com aquela deusa ninfeta se entregando para mim, querendo que eu fosse o primeiro em tudo. Atendi seu pedido, a coloque sentada encostada na janela, levantei sua sainha, encostei meu pau na entrada e bem devagar foi introduzindo até sentir seu cabacinho, perguntei se estava doendo, ela disse que sim mas que era para eu continuar, resolvi dar uma forte estocada para que a dor passasse logo, senti seu cabaço se rompendo, ela soltou um forte grito, tenho certeza que nesta hora Claudia acordou, passada a dor era só prazer e ela já voltava a gemer como uma putinha, a coloquei sentada no meu colo de frente para mim e ela instintivamente começou a cavalgar, ficamos assim até que ambos gozamos juntos, e ela amoleceu deixando seu corpo sem vida sobre o meu. Ficamos um tempo assim, abraçados, com meu pau ficando mole ainda dentro dela, nos recuperamos, ela se levantou, buscou sua calcinha que já estava ensopada e tentou se limpar. Após nós nos recompormos, nos beijamos em um beijo quente e apaixonado, e voltamos nossas atenções aos demais ocupantes da van, e tamanho foi o susto ao vermos que Claudia nos observa com os olhos arregalados e a respiração ofegante, ninguém deu uma palavra, nós estávamos apreensivos com a reação de Claudia, e Cláudia parecia muito chocada para esboçar qualquer reação. Me preocupei com o motorista, mas este estava completamente distraído com o transito e a musica alta, com certeza não fazia nem idéia do que havia acontecido atrás dele.
Flavia e Claudia conversaram em casa, e no dia seguinte Flavia veio me contar na hora do recreio que hoje teria uma surpresa na volta para casa, o que me deixou super ansioso para o término das aulas, mas isto eu conto depois em “Na volta da escola 2 - a irmã”
99% do relatado é verídico, a exceção são os nomes que são fictícios, por mais inacreditável e maravilhoso que seja, graças a Deus, ACONTECEU!







DUAS VIRGENS PARA UM PAPA-ANJO

DUAS VIRGENS PARA UM PAPA-ANJO
By: Ado Feitosa

Meu nome é Ado, sou branco de cabelos encaracolados castanho-escuros, tenho 1,70m de altura e tenho uma pica normal, mas muito bem limpinha com a cabeça rosada e exposta e este fato que estou narrando aconteceu quando eu tinha 19 anos (hoje tenho 33) e estava no final do 2º período da faculdade, foi quando comecei a namorar com a Fê, uma garotinha de 15 anos que fazia curso técnico no mesmo prédio da minha faculdade. Bom, ela tinha uma irmã de 16 anos que chamaremos de Méri que estudava na mesma sala dela e era mais sacaninha do que ela em matéria de sexo. A minha garota tinha os cabelos castanho-claros e um corpinho de ninfeta que deixava qualquer um boquiaberto e tb tinha cara de menininha de zona sul do Rio, pois estava sempre bem bronzeada devida ter casa região dos lagos, apesar de ser bem inocente e ter a mente bem suburbana. Sua irmã sem mentira nenhuma, era a cara desta Sabrina do BBB e já tinha corpo de mulherão só que tinha os peitinhos bem pequenos e apetitosos feitos os das Sabrina antes de colocar silicones e era desejada até pelos professores da faculdade que sempre rondavam nos corredores do prédio desta escola. Um dia conversando com a Fê sobre brincadeiras de descobertas infantis como: médico, papai e mamãe e etc., ela me confessou que na casa de praia da avó, quando tinha ainda uns 10 anos e sua irmã 11 anos, que haviam brincado de papai e mamãe com um primo próximo que ela não quis me dizer quem era e que ela tinha beijado na boca e segurado no pinto do garoto mas que não tinha sido penetrada pelo primo por ser muito novinha mas sua irmã sim, além de chupar os peitinhos dela. Aproveitando a deixa, num certo dia quando estávamos de saída, eu da faculdade e elas do curso técnico, puxei assunto sobre sexo na infância e elas se soltaram e confirmaram a tal experiência e eu então disse para elas que às melhores brincadeiras de criança são justamente quando se chega na adolescência e repete tudo que tinha feito na infância , só que a sensação seria muito mais gostosa porque o corpo já estava mais desenvolvido e que já teria o começo das verdadeiras sensações do prazer, dito isso, eu às convidei para brincar de papai e mamãe comigo para elas constatarem a veracidade do que eu havia dito. Sua irmã ficou toda animada e ansiosa, mas minha namorada não gostou muito da idéia alegando que não queria dividir o namorado com ninguém muito menos com irmã que sempre namorava os garotos mais bonitos a deixando chupar os dedos, e que ela tb se amarrava muito de mim, blá blá blá e coisa e tal. Então eu falei para ela que não iria me dividir com sua irmã, pois se tratava só de brincadeiras \"inocentes\" e não de sentimentos de amor e que amor eu só dedicaria a ela. Ela ficou pensativa, Méri deu uma força na idéia e Fê, finalmente acabou concordando e logo marcamos um dia para matar-mos aulas e realizar-mos esta tal brincadeira que eu tanto exaltava. No dia combinado, passei na farmácia e comprei várias camisinhas e tentei comprar vaselina, e o vendedor me recomendou o KY-gel por causa de a camisinha ser derivada do petróleo e ser estragada pela vaselina, no que comprei mesmo sem conhecer sua eficácia. No dia combinado, fui de carro para a escola o que não era meu costume, de onde elas me esperavam na porta e de lá partimos, depois de convencê-las de ir-mos para um motelzinho barato na beira da estrada Rio - Petrópolis, já que eu era estudante e vivia de mesadas e não tinha muito dinheiro no bolso para esbanjar. Paramos no Bar do Alemão e pedi para minha gatinha, por ser menorzinha, que se escondesse no porta mala do carro para não dar bandeira na entrada do motel, pois Méri tinha cara de maior de maior de idade e despertaria menos suspeita no atendente. Escolhi uma suite com piscina e entramos na maior ansiedade. Fechei a porta da garagem e sentia o nervosismo de todos inclusive o meu, meu pau formigava de tão duro,minhas pernas quicavam e minhas mãos suavam frio pois se tratava de duas gatas alucinantes e com certeza não teria outras chances daquela. Lá dentro, brinquei com elas para descontrair e comecei, aos poucos, à tirar minhas roupas ficando apenas de cueca com o circo armado, ela me olhavam nervosas mas excitadas e logo elas também tiraram suas próprias roupas ficando as duas só de calcinha e soutian e entraram para debaixo do lençol. Eu tb entrei por baixo e fui lambendo os dedinhos dos pés de Méri e acariciando as lindas coxas da Fê, arrancando suspiros das duas,; Fui beijando e subindo em direção a xoxotinha da Méri e puxei sua calcinha para baixo me dando a visão mais linda de minha vida; Dei-lhe várias lingüadas no clitóris e no cuzinho que ela chegou a assustar a Fê quando chegava ao gôzo com seus gritos, que a Fê veio me indagar se eu há estava machucando no que foi respondida com um sonóro nãããããoooooo seguidos de risos pela irmã. Passei para Fê e fiz o mesmo trajeto que tinha feito na Méri, arrancando suavemente também a sua calcinha e dedicando mais tempo com a pequena vagina da Fê de poucos pêlos castanhos-claros e acabei introduzindo um dedo em seu cuzinho apertado e ficando um bom tempo no entra e sai com este dedo e apreciando as diversas faces que a Fê fazia, indo ao delírio com o prazer nunca antes conhecido, constatei a virgindade e brinquei um bom tempo com a lingua na pequena fenda de seu cabacinho, depois beijei-lhe a bôca com ternura dando-lhe um tremendo de um abraço apertado e aproveitando soltei seu soutian e caí de bôca naqueles peitinhos rosados de ninfeta virgem. Nisso Méri retirava o próprio soutian, mostrando os lindos seios, dos tipos que eu adoro, pequenos e duros com biquinhos ínfimos rosados, e logo veio com as mãos em direção a minha cueca no que foi retirando com minha ajuda até sair totalmente pelos pés e agarrou meu pau arregaçando a cabeça para fora que nesta hora brilhava de tão excitado que estava. Pedí a Méri que me chupasse o cacete e ela falou que tinha nojo mas insistí e ela acabou cedendo e sem jeito, beijou a cabecinha, deu umas lambidas e enfiou tudo na bôca me arranhando a glande com os dentes me causando protestos de dor mas logo logo já pegava o jeito me dando muito prazer. Me deitei de costa naquela cama redonda e pedi a Fê que botasse a xoxotinha em minha bôca enquanto sua irmã se deliciava com a minha vara e eu cutucava a xoxota da Méri com o dedo médio da mão esquerda, com o braço passando por baixo de sua bunda lisa e gostosa. Gozamos os três quase juntinhos, a Fê na minha bôca e eu na bôca de Méri que cuspiu tudo no chão, e Méri no meu dedo, gerando uma comoção nacional, pois aquilo era novidade para todos nós e o gosto do gôzo da Fê era algo que só quem já provou o gôzo de uma ninfeta linda, maravilhosa e virgem, sabe o sabor que causa; na bôca, na alma, no pau e no coração. Depois desse enlace triangular, fomos os três para a piscina nos refrescar e curtir um clima de onde rolou um papo bem animado sobre tudo o que estava acontecendo de novidade e de tesão alcançado que até então nunca haviam sentido. Repare que até então, eu não tinha penetrado nas meninas, só tínhamos ficado nos amaços e chupações. Papo-vai papo-vem, eu perguntei para elas se não queriam aprender mais algumas coisas em relação a sexo, lhes expliquei sobre doenças e gravidez, do motivo do uso da camisinha e do prazer que tínhamos acabados de sentir. A Méri falou com carinha de puta no cio: - Porque não. E a Fê me indagou: - Mais gostoso ? Então, claaaroooo que eu quero,! Ficamos de sacanagens, com sarrações e com um passando a mão no outro por de baixo d\'água e nisso fomos nos excitando de novo e quando já estávamos que era puro tesão, saímos da piscina e tomamos juntos uma ducha quente, onde todos passavam sabonetes em todos. Meu pau parecia que ía estourar de tão duro e todo ensaboado, abraçava elas por trás, meu pau escorregava entre as coxas delas enquanto eu apertava suas têtas e deslizava a outra mão em suas periquitas, eu estava no céu e elas tmbém, minhas gatinhas estavam todas escorregadias no que facilitava a entrada dos meus dedos em seus orifícios divinais, o tesão estava a mil, encostei meu pau na rosca da Fê e fui empurrando bem devagarzinho, enquanto ía sussurrando besteiras e enfiando a língua no seu ouvido a deixando toda meloza e desprotegida, quando a cabeça passou toda, ela entrou em transe e começou a forçar o corpo para traz fazendo entrar todo o resto do meu pau e eu mordia o lóbulo de sua orelha e acariciava os bicos duros de sua linda tetinha, fico de pau duro e dormente só de lembrar, estava realmente no céu. Méri passava a mão pelo meu corpo encostando os peitinhos nas minhas costas me acariciando de um jeito nunca antes imaginado me dando um tratamento de monarca, me fazendo crer que era o homem mais desejado da terra. Fê começou a gozar gritando mais Adinho, vai meu amor, mais rápido, continua que estou sentindo você. Gozei também e fiquei com as pernas bambas, nos enxugamos e voltamos para a cama exaustos, liguei a TV num filme pornô para recuperar às forças, na tela tinha um cara super avantajado na pele de professor que saboreava tres alunas loiras de seu colégio interno, elas ficaram assistindo aquilo com muita atenção e comentaram que a história daquele filme parecia com a nossa, só que eu não era professor. Aquilo me trouxe novas forças, coloquei a camisinha explicando para elas como se fazia e partí para cima de Méri pensando encontrar o caminho já aberto pelo tal primo das antigas bricadeiras mas quando apontei a pistola na entrada, ví que estava muito estreita e resolví conferir com os meus olhos, e o que ví, me deixou perplexo pois Méri também era virgem e pelo jeito seu primo só roçou em sua pombinha, não tendo cumprimento suficiente para consumar o ato e romper o selinho desta ninfa ingenua deixando esta \"árdua tarefa\" para mim. Passei KY nos lábios e na chapeleta e voltei para cima de Méri e a penetrei com maestria, fazendo Méri se derreter toda em minha pica sedenta e bem lentamente cadenciei a trepada,dei-lhe uma surra de pau até ouvir de sua bôca que estava gozando, sussurrando: Adinho, não para de bombar. Enfia tuda na minha bucetinha. Enfia esse pau todo em mim, me come toda. Urrou , gemeu gostoso e pediu mais, jurando fazer sempre e na hora que eu quisesse, me chamou de gostosinho de taradinho, de safadinho . Fê que a tudo assistia me deu outro beijo molhado de sufocar e pediu a vez. Fui antes ao banheiro, arranquei a camisinha e joguei no cesto, dando uma aciada com sabonete na criança, urinei, me limpei e voltei pra junto delas na cama, meu ferro tava todo avermelhado, estava assado mas estava feliz; Pedi a Fê pra me chupar um pouquinho, ela falou que não sabia fazer mas eu expliquei e ela começou beijando a cabecinha e passando de leve a língua em volta, de cima a baixo, por toda extensão do bicho, fiz um cafuné gostoso nela, fui ficando excitado, puxei-a dei-lhe um chupão naquela bôca carnuda e agasalhei minha tora com outra camisinha, lambusei com KY e parti para consumar a Fê, penetrei nela e esta foi a foda mais duída e mais demorada da minha vida, mas também, a mais gratificante, pois nunca ví uma cara mais realizada do que a cara da Fê nas tres gozadas simultâneas que ela teve antes da minha dolorosa ejaculação. Depois fizemos sauna, outra ducha e chupei muito aqueles quatro peitinhos antes de nos arrumar para voltar. Logo após,pedi pelo telefone a conta, paguei e as deixei num bairro próximo do delas para não dá na pinta. Num outro dia em que a Fê faltou por motivo de doença, eu tracei a Méri por completo já que na primeira vez, faltava força e tempo para comer aquele cuzinho de princesa que tanto eu desejava e ela ficou viciada em dar o cú, como gemia gostoso. Meu namoro com a Fê durou cinco anos e nestes cinco anos eu sempre comia ás duas, às vêzes juntas, às vêzes separadas, e sem frescuras , elas ficaram viciadas em trepar mas como o tempo deteriora tudo, nosso romance foi esfriando, outras pessoas foram surgindo e o ciúme aumentando e infelizmente tudo acabou e nunca mais às ví. Soube há pouco tempo que já estavam casadas e espero até que sejam felízes, pois nunca mais tive parceiras como elas e a lembrança continua viva até hoje. Eu com certeza amei às duas ao mesmo tempo de verdade! E se fosse permitido eu teria casado com as duas. Ninfetas de 14 a 23 ou até um pouco mais velha, mas com tudo no lugar que queiram se corresponder e aprender como se goza ou como se fazer na primeira vez para não sofrer ou descobrir sobre seu corpo e aonde se encontra o ponto G ou algo mais e diferente sobre sexo na adolescência, me escreva que estarei sempre, à disposição.








Babá sendo comida pelo garoto de 12 anos



Meu nome é Lúcia, isso aconteceu quando eu tinha meus 15 anos, uma vizinha pediu se eu não podia ficar de babá para seu filho de 12 anos, ela disse que precisava que eu dormisse na casa deles algumas noites porque eles iam viajar por 3 dias e não podiam levar ele junto. Bom chegando o dia vo até a casa dele, vai passando o dia e nada de anormal acontece ele fica direto no quarto dele assistindo tv ou jogando video game.
Ja era noite e estava na hora do jantar, então preparei a janta e subi para chamá-lo, quando cheguei perto da porta vi algo que não esperava, ele estava vendo um filme pornográfico, e estava batendo punheta deitado na cama, tentei descer mas ele me viu e me chamou. Cheguei perto tentei não olhar para ele, ele disse:
- Não quer ver o filme comigo?
Eu: Não, vem jantar. Peguei e sai do quarto dele e fui para a cozinha, pouco tempo depois ele desceu e jantamos, mais tarde quando estava lavando a louça ele chega por trás de mim e passa a mão na minha bunda.
- Hum que bundinha gostosa você tem, posso abaixar suas calças para ver ela melhor?
Eu: ta louco guri, vai dormir, ou vou contar isso para seus pais quando chegarem.
- Eu te pago o dobro que meus pais te pagaram para você subir la em cima comigo agora e dar para mim, todas as outras babas aceitaram.
Eu estava precisando de dinheiro, fiquei receosa de ir mas como precisava mesmo do dinheiro até por isso tinha aceitado aquele trabalho resolvi aceitar, como fiquei quieta ele logo percebeu que eu tinha aceitado, pegou na minha mão e me levou ate seu quarto. Bom chegando la, primeiro ele abaixou minhas calças como queria antes, e tirou minha camiseta me deixando apenas de calcinha e sutiã, fico passando suas mãos por todo meu corpo, então ele tirou sua roupa, vi que seu penis ja estava bem duro, e não era muito pequeno apesar da idade, ele se deitou na cama e disse:
- Vem chupa meu cacete!
Mesmo me sentindo mal com aquela situação subi na cama, fiquei de quatro na frente dele, e coloquei minha boca no pau dele, e comecei a chupá-lo, ele estava se deliciando com aquela situação.
- Tira a calcinha agora e cavalga no meu pau!
Fiz o que ele mandou tirei minha calcinha, tirei meu sutiã também, e sentei no penis dele, e comecei a subir e descer, cada vez mais me sentia mais humilhada com aquela situação, e ele cada vez mais satisfeito, depois me colocou de quatro e continuou a fuder minha buceta, e ainda dava palmadas na minha bunda me chamando de puta e gostosa, não demoro muito ele gozou, depois não disse nada peguei minha roupa e sai dali bem rápido fui para meu quarto e comecei a chorar por ter feito aquilo, dia seguinte liguei para os pais deles inventei uma desculpa que nao poderia ficar mais ali e fui embora.







13 aninhos e o prof de volei

Não dá pra acreditar nos contos que a gente lê por aqui, sempre são caras bem dotados e ninfetinhas da bundinha arrebitada e doidas pra trepar, sem nenhum impecilho... mentira.
Comigo foi super complicado, porque foi real: eu tinha 13 anos e quase todos os dias ia a um clube depois da aula para praticar vôlei. Sempre fiz de tudo para ser a queridinha do professor, já que era muito competitiva inclusive da sua atencao, mas até aí sem segundas intencoes. Eu já era bem desenvolvida para uma garota de 13, alias, desde os 9 já tinha peitinhos e pelinhos na buceta, e com 13 anos parecia uma mulher de corpo, branquinha, cabelos negros lisos, compridos, seios fartos dos bicos rosados e pernas grossas. Meu professor, Guilherme, era meio feinho, mas tinha um corpaço... Até que ele comecou a notar o meu corpo tambem, e como eu, na inocencia, acabava por alimentar a ideia de que tinha uma queda por ele, mais que naturalmente comecou a se chegar pro meu lado.
Ficava conversando comigo depois da aula, perguntando se eu tinha namorado, se eu não queria nadar na piscina do clube com ele depois da aula, perguntava inclusive se meu pai vinha me buscar ou se eu ia só pra casa.
Um belo dia, cheguei com uma torçao no tornozelo e não pude treinar. Fiquei por ali vendo as meninas jogarem e, no fim da aula, ele me perguntou se queria que fizesse uma massagem no meu pé, para o que eu prontamente disse que sim... Ele comecou na planta do pé, depois tornozelo e pulou pra batata da perna, deixando meu pé apioado na sua virilha.
Eu já sentia o volume do seu pau, que ainda estava mole, mas já começava a endurecer com aquela massagem, eu numa arquibancada da quadra e ele em outra mais abaixo.
Eu ainda não havia notado suas intencoes, tinha 13 anos e só tinha beijado um menino da minha turma até entao, era muito inocente, apesar do meu corpo e dos sonhos eróticos que eu tinha à noite dizerem o inverso, ao ponto de eu acordar toda gozada muitas e muitas manhãs.
Comecou a chegar gente na quadra, umas senhoras pra a aula de vôlei da terceira idade, rs... entao ele me disse “Lu, vc não quer me ajudar a recolher o material da aula para levar ao depósito enquanto seu pai não vem te buscar?”. Eu, louca pra agradar o professor, disse que sim, e entao fomos.
Chegando no tal depósito, um quartinho aos fundos da quadra, nós entramos e ele fecha a porta, jogando todo o material num canto e vai logo me dizendo “Voce gosta de mim, não é, Lu?”, ao que eu respondi “Claro, prof. Gui”, ainda inocente...
Ele entao me abraçou muito carinhosamente, até que eu noto o pau dele duro, roçando no meu púbis. Ele comecou a roçar a pica dura em mim, e só entao foi que eu me dei conta do que acontecia... Imediatamente o empurrei e disse que tinha que ir, pegar o ônibus pra casa.
Ele foi atrás de mim, dizendo que me acompanhava, e eu já com medo, apesar de molhada de tesao. Eu era virgem e não pensava em perder a virgindade num depósito. Entao saímos e ele nos fez dar a volta pelos campos de tênis que havia no clube, um lugar super deserto, já que ainda estavam meio em construcao. Aí ele me abordou novamente e perguntou “voce não quer conversar mais um pouquinho?”, e eu não resisti. Confesso que queria ver uma pica em carne e osso e aquele peito malhado dele me excitava. Foi quando resolvi que ia dar corda. Fomos a uma cantina ainda em construcao e eu me sentei num murinho que havia lá. Ele se posicionou na minha frente, entre as minhas pernas, e comecou a me abraçar outra vez. So que daquela maneira não havia como roçar o pau em mim, entao ele me pegou nos braços e me encostou contra uma parede; comecou a beijar meu pescoço e a passar a mao pela lateral da minha bunda. Eu fui à loucura com aquilo e sem perceber comecei a abrir as pernas pra ele se encaixar melhor.
O Professor entao,vendo o sinal verde, segurou uma das minhas pernas pra cima e foi fazendo movimentos de vai-e-vem com seu pau na minha buceta ainda coberta pela malha, mas eu sentia como se estivesse nua. Gozei imediatamente e escondi o prazer porque fiquei com vergonha. Ele continuou me imprensando contra a parede até que eu lhe pedi que parasse, porque estava doendo (claro, depois de gozar feito uma louca, meu grelo tava inchado e sensível). Ele me perguntou se não queria que ele me deixasse em casa, já que era seu caminho. Mesmo que não fosse! Eu disse que sim e fomos no seu carro até a sua casa, eu calada no carro, olhando o pauzao duro dele por baixo da roupa e ele calado também, sem me perguntar nada foi direto pra sua casa. Chegando lá, eu decidi que havia condicoes suficientes para eu dar: uma casa, uma cama, privacidade e algum conforto.
Entramos e ele me ofereceu um suco. Tomamos o suco juntos, calados, até que eu não resisti, pus o copo de lado e lhe beijei... Passamos muito tempo num beijo gostoso, molhado, cheio de linguas, que passeavam ora em nossas bocas, ora em las bochechas, orelhas, pescoço e novamente na boca. Ele me puxou pro seu colo e eu me sentei o mais aberta que pude, para sentir bem o pau dele na minha xoxota.
Tiramos nossas roupas ali no sofá mesmo, eu fiquei nua primeiro, com ele tirando minha roupa, mas eu não tinha coragem de tirar a roupa dele, entao ele tirou a propria camisa e me levantou, pelas pernas, e me carregou enganchada nele até a cama... me jogou lá e tirou a calça... tinha um pau tamanho mediano, agora posso dizer, mas pra mim parecia enorme, escuro, musculoso e apontando pra cima.
Ele veio em minha direcao, me segurou pelos peitos e encaixou o pau na entrada da minha xoxota, que estava molhadíssima, eu sentia o mel escorrer e molhar minhas pernas. Quando eu senti aquele pau forçando pra entrar, gozei novamente. Não sei se pela inexperiencia ou se porque eu sou multiorgástica, mas foi um gozo tao forte que dessa vez não deu pra esconder, soltei um urro de prazer, que finalmente cortou o silencio que havia, não tinhamos falado nada ate entao.
Ele imediatamente comecou a dizer putarias, perguntando se eu tava gostando daquilo e que ainda tinha muito por vir, que eu era muito gostosa e cheirosa, que queria me lamber todinha e que ia retribuir todo o carinho que eu demonstrava por ele nos treinos, tudo isso enquanto se masturbava com uma mão e amassava meus peitos com outra.
Não aguentei e peguei o pau dele pra punhetar, enquanto ele urrava de prazer. Eu, da minha parte, me realizava por finalmente pegar uma tora daquela nas minhas maos, apertava tanto que não sei como não o machuquei. Ele não aguentou muito e gozou na minha mao, caindo na cama como um louco, se contorcendo a cada jato de esperma que saia dele.
Mas o pau dele não amoleceue e eu continuei punhetando sem saber muito o que fazer. Instintivamente, subi em cima dele e apontei o pau dele todo melado pra minha xoxota, fazendo movimentos pra lá e pra cá, passando do clitoris à vagina. Eu estava toda babada e ele tambem, entao o pau dele deslizava com muita facilidade e eu delirando de prazer, até que a rola escorregou pra dentro da vagina e eu senti uma dor imensa, acompanhada de um prazer imenso tambem, minhas pernas ficaram bambas e eu quase perdi a respiracao: o pau dele tinha entrado quase todo e ficamos assim, parados nessa posicao por um tempo, ate que ele me colocou de volta de costas na cama e subiu em cima de mim.
Comecou a bombar a portinha da minha buceta, enquanto saía um pouco de sangue, mas sem tirar o pau de dentro. Lambeu muito meus peitos e puxava meu cabelo me fazendo delirar. Nem ele nem eu aguentamos e comecamos a acelerar o movimento, e em pouco tempo já estavamos numa trepada frenética, que fazia balançar a cama, batendo na parede.
Ele comecou a dizer “vamo trepar até a bucetinha ficar inchada, vamo?”, e eu respondia “siiiim, siiim, sem fôlego”. Escutava o barulho das peles batendo uma na outra e não sentia mais nenhuma dor, só pedia pra ele meter mais e mais. Ele metia muito velozmente e so parava de vez em quando pra meter o mais fundo que conseguia, e quando ele fazia isso, apesar de doer um pouco, eu sentia um prazer tao grande que juro que via tudo escurecer... Não posso distinguir o que era gozo e o que não era, porque foi tudo muito intenso, eu já não acreditava que aquilo pudesse existir, e ele, incansável, continuava metendo com toda velocidade, com toda força.
Nosso suor se misturava e estávamos ensopados por todos os lados, deslizávamos um no outro, macios e loucos de tesao, entre gritos e gemidos ofegantes. Ele tirou o pau de dentro de mim pela primeira vez e eu pude ver o lençol melado de sangue e gozo, assim como o seu pau, o que me deixou maluca, porque era a comprovacao de que eu realmente tinha perdido a virgindade e agora meus sonhos eróticos iam ter protagonistas reais!
Ele entao me virou de costas, botou um travesseiro embaixo da minha barriga e tentou ir metendo por trás, mas dessa vez doeu muito... não sei se por ele ter um pau envergado pra cima, mas aquela posicao ainda não estava confortável pra mim e lhe pedi que parasse. Meu professor entao me pegou no colo, me encostou na parede, abriu minhas pernas e comecou a meter novamente, comigo totalmetne suspensa em seu colo, fazendo com que o cacete dele entrasse ainda mais fundo... Ele me dizia “Voce quer rola, quer? Toma essa rola pra você, engole ela, engole!”, e eu lhe respondia “Mete fundo, mete, vai, mais rapido, por favor, ahh”. Eu me sentia totalmente preenchida, suspensa no ar, com uma pica batendo no colo do meu útero e um cheiro de sexo maravilhoso que estava por todo o quarto. Senti um calor, uma sensacao que vinha de não sei onde e percorria meu corpo até a garganta, e entendi que ia gozar de novo, um orgasmo cem por cento vaginal, que vinha das estocadas fortes do pau dele, e que eu simplesmente não podia conter, entao lhe disse “Vai, mete essa porra que eu vou gozar”. Ele imediatamente soltou um urro e meteu com muita força, mas muita mesmo, ao ponto da gtente quase se desequilibrar, e gozamos juntos...
E caimos no chao, esgotados. Ele, de costas pro piso e eu emcima dele, recebendo os jatos de porra quente na minha barriga e peitos. Ele gozou tao forte que simplesmente perdeu as forças nas pernas, e caímos nos contorcendo de prazer.
Senti até as pontas dos dedos das maos formigarem, e ele, outra vez, tinha seus tremores a cada jato de porra que saía.
Da mesma maneira que estávamos, sujos de porra, suor e saliva, vestimos nossas roupas e ele me levou até pertinho da minha casa, onde eu cheguei e corri direto pro banheiro, attes que minha mae quisesse me dar um beijinho de boas vindas, rs.
Depois desse dia fiquei em dúvida sobre o que fazer, mas como ainda tinha uma mente de guria, apesar de já ter trepado feito uma puta aquele dia, tive vergonha de voltar a ver o meu professor de vôlei e pedi pro meu pai me trocar de escolinha... Não o vi mais depois disso, mas sei que ele até hoje deve se lembrar da menininha que o fez perder o fôlego aquele dia.

Se gostaram, escrevam-me! Respondo todos os emails. Beijos.







adolecência

Eu tinha 15 anos, auge da punheta! Nunca havia transado e me acabava em punhetas intermináveis. Isto foi no início dos anos 80, as namoradinhas que tínhamos mal deixavam tocar nos seios por cima da roupa e beijar e era só.
Morava em um bairro tranquilo de Curitiba, numa boa casa e certo dia se muda para a casa visinha um casal que logo fez uma amizade muito grande com meus pais pois todos eram médicos e o casal vizinho tinha uma filhinha de 11 anos a Carla, uma loirinha carinha de anjo, olhos azuis, cabelos cacheadinhos e pele branca como a neve, uma boneca. No início não ligava muito, gostava de garotas da minha idade mas as da minha idade queriam garotos mais velhos, e eu na punheta. Chegou o verão, ambas casas (nossa e do vizinho) tinham piscina. Um domingo meus pais convidaram eles e a Carla para um churrasco ne nossa casa, eu estava na piscina quando eles chegaram. Nos cumprimentamos, nossos pais foram para o salão da churrasqueira e convidei a Carla para enrar napiscina comigo, ela logo topou, foi no banheiro e colocou seu biquini, quando voltou eu dentro dágua pude ver bem ela que estava em pé na borda, seu biquini estampado de flores, era pequeno, deixava parte de sua bundinha de fora apesar de não ser um fio dental, e ela tinha coxas roliças, bundinha híper empinada e seios do tamanho de moranguinhos, quando ela ficou de frente pra mim vi sua rachina que ficava marcada no biquini provavelmente pela falta de pelinhos, que delicia, meu pau virou pedra, estva com medo que ela notasse e falei se joga, vai... ela logo deu uma ponta e ficamos brincando nágua.
nossos pais riam e se divertiam na churrasqueira, já tinham tomado muitas cervejas e logo aparecem nossas mães perguntando se não queríamos um refrigerante, e disse que ainda demoraria uma meia-hora pra sair a carne, nós nem ligamos, continuamos brincando nágua. Certo momento ela falou me vendo boiar, que ela não sabia, se eu ensinava ela, eu logico que me prontifiquei, disse para ela abrir os braços segurei com um braço sua cabeça e ombros e com o outro segurei por baixo de suas pernas, e disse vou ir te soltando aos poucos, respira tranquila que vc vai boiar, ela afundou, fizemos mais uma tentativa e afundounovamente. eu não tirava os olhos de sua xotinha e seus peitinhos, e na terceira tentativa ao invéz de segurar em suas pernas subi mais e segurei em sua bundinha, pensei que ela iria reclamar, mas permaneceu sem falar nada tentando boiar, que sensação tocar naquela bundinha lisinha e dura, ela afundou e disse vamos mais uma vez, e novamente coloquei a mão na bundinha, mas desta vez deixei um dedo escorregar pelo meio dela, o dedão ficou quaseencaixado em sua bucetinha, ela não sabia se era inocencia dela ou não mas não reagia, meu pau latejava no calçao, ela novamente afundou e eu disse, tá difícil, vamos parar? e ela disse ai não Pedrinho (nunca tinha me chamado assim) vamos tentar de novo, e eu então a segurei, mas agora com mais força e meu dedo tocou e fiquei disfarçadamente acariciando sua xotinha com a mão espalmada em sua bundinha e o dedão enfiado lá, sentique ela ficou parada sua respiração ficou mais forte e ela falou me segura mais que eu digo quando vc solta ok? eu disse ok, e neste momento apertei mais com o dedo sua grutinha, ela suspirou e disse solta, ela afundou. paramos a brincadeira e fomos almoçar.
Após o almoço nossos pais disseram para não entrarmos nágua imediatamente que ficassemos assiteindo tv para deixar a comida baixar. Ela havia tirado o biquini e colocado um short folgadinho, sentamos na sala e ligamos a tv num canal qualquer, parece que ambos não queriamos ver nada, ela estava com o short e uma parte de cima de outro biquini, eu havia sentado em um sofa e ela em outro, eles ficavam em L e aí eu podi olha-la sem virar a cabeça, de repente ela se recosta no sofa com os pes virados pra mim e as perninhas entreabertas e o shortinho folgado me deixava ver que ela estava sem nada por baixo, ou estava enterrado na bundinha, comecei a tentar achar o melhor ângulo e parecendo que ela sabia disso se ageitou e abriu mais as perninhas, sem me olhar, olhando para a tv. aí tive a certeza, não tinha nada em baixo, eu via pela abertura do short sua virilha branquinha quase via a xotinha, meu pau reagiu. De repente perguntei se podia sentar ao lado dela, meio louco nem raciocinava mais naquele momento e ela disse claro, sentei e ela colocou muito sem serimônia as pernas em cima das minhas, ficava com as panturrilhas sobre minhas coxas, eu finginco nada sentir e olhando para a tv, arrisquei tudo. Coloquei a mão sobre uma coxa dela, e fiquei parado esperando a reação, nada ela nem piscou, comecei a fazer uns carinhos na coxa e ela nada, não reclamava e nem fazia nenhuma menção de não estar gostando, fui subindo até quase tocar no short, ela então fechou os olhos, foi a deixa, segui subindo e minha mão automaticamente entrou por baixo do short, meu pau estourava de tanto tesão, cheguei na virilha e escorreguei para a rachinha ela respirava ofegante, então toquei sua gritinha, senti não ter pelos mesmo, mas ela estava de pernas fechadas, meu dedo foi descendo pela rachinha até onde deu, fiquei brincando ali um pouco e ela arfando a respiração. Eis que sinto ela entreabrindo as pernas facilitando meu acesso, pude então descer meu dedo por toda a extensão da rachinha, nossa que delicia, pela primeira vez tocava numa xotinha, ela estava molhadinha.
Ouvimos um barulho e saltei para meu sofá e ela se recopos sentando direitinho. Nossos pais entraram pois começava a chover. Neste dia ficou assim, a noite bati a maior punheta da minha vida, não trocamos uma palavra sequer sobro o ocorrido. Fiquei a semana inteira me masturbando e cheirando os dedos pra ver se ainda tinham aquele cheirinho delicioso. Até que no final de semana tanto meus ais como os dela tiveram plantão no hospital, e ficariam o sábado inteiro fora até tarde da noite. Ela ficava com a empregada e eu sozinho. Arrisquei e liguei para ela, ela atendeu e fali oi carlinha (eu também nunca havia chamado ela assim) e perguntei se ela não queria vir aqui ou se eu poderia ir lá ver tv com ela, ela entendeu eu acho e falou, claro vem aqui pq a empregada não deixa eu sair, mas vc pode vir, meus pais te conhecem bem e ela tbem, não tem problema. Voei par lá. Fui propositalmente de bermudas e sem cueca e camiseta, cheguei lá ela estava com um short de lycra colado no corpo e um top, me atendeu demos beijinhos no rosto e a empregada apareceu falando vou fazer um lanche pra vcs e depois vou no mercado fazer as compras do mes, eu não poderia ter recebido melhor notícia, a Carla disse para eu ficar na sala e falou para a empregada que iria trocar de roupa, ouvi ela cochichando com a empregada que o short de lycra estava "mostrando muito", voltou logo em seguida com o mesmo do outro dia, entendi tudo. Como falou a empregada nos serviu sanduiches e suco e logo saiu, dizendo devo voltar em umas duas horas, logo que ela sai ela se recosta no sofa e coloca novamente as pernas sobre minhas coxas, e disse gosto de ver tv assim, e eu disse eu tbem adoro, e logo coloquei a mão e em minutos estava na xotinha dela, desta vez ela abriu bem as pernas eu dedilhava sua xotinha feito louco ela começava a gemer, e resolvi falar, Carlinha, tá bom? ela acenou com a cabeça, e sem perguntar fui baixando seu short sem reação nenhuma dela, tiva a visão amis linda do mundo, uma xotinha, puxei ela para mim e nos beijamos feito loucos, fui descendo os beijos para o pescoço e logo baixei o top dela, os peitinhos eram linodos biquinos rosados pequeninhos como os seios passei a chupa-los e ela gemia e rebolava no meu colo, tirei minha camiseta e ela pela primeira vez falou, Pedrinho eu nunca fiz nada tu é o primeiro que beijo so totalmente virgem, tenho medo, eu falei vamos fazer só o que tu quizer, eu também sou vigem, ela então sorriu parecendo esperar ouvir que ela também seira minha primeira, e logo fui baisando a bermuda, saltou meu pau duro como pedra, eu tinha poucos pelos só um tufinho no púbis, e o pau ainda era pequeno uns 14 cm acho, ela ficou olhando ele e falei pega ela tocou nele e ficou punhetando enquanto nos baijavamos peladinhos no sofá, eu dedilhava a xotinha que estava toda lambusada, deixei ela sentada e fui de joelhos no chao para o meio das pernas dela e comecei a xupar a xotinha dela ela gemia alto abri a xotinha com os dedos e vi ela fechadinha com o cabacinho, ela delirava, e logo gozou na minha lingua. Subi e perguntei se ela queria experimentar já com o pau a centimetros do rostinho de anjo dela, ela meio relutou mas fui indo e ela abocanhou a cabeça tudo era meio desajeitado pela inexperiência de ambos mas em minutos falei que ia gozar e ela permaneceu chupando e enchi a boquinha dela de porra, acho que nunca havia saido tanta porra dele, ela se engasgou, cuspio, fez cara de nojo, engoliu um pouco. caimos no sofa um do lado do outro ficamos nos acariciando eu limpando a porra que tinha escorrido para seus peitinhos e falamos um pouco sobre o que tinha acontecido, já tinha se passado mais de 40 minutos que a empregada havia saido e ela falou com um pouco de medo, a Dora (empregada) deve voltar daqui a pouco, e eu interrompi colocando a mão dela no meu pau que já estava duro de novo (guri novo é foda, logo ta na ativa de novo) vamos aproveitar mais então, e falei eu quero vc, tá a fim? e ala falou tenho medo de perder a virgindade tão cedo, eu então vierei ela de costas, peguei uma almofada coloquei de baixo da barriga dela e disse, fica calminha, e passei a lamber a bundinha dela, ela se arrepiava toda erguia mais a bundinha, abri as nadegas com as duas mçaos e vi o czinho rosadinho piscando, epasse a dar linguadas nele, lambia sua xotinha pegando o suco que saida dela e lambusava o cuzinho coloquei um dedo, ela gemeu alto, logo depois sem parar de lambe-lo, coloquei osegundo elagemeu alto de novo, tirei os dedos enchi o cuzinho se suco dela e de cuspe e encaixei meu pau ela estava nervosa e disse se vc quizer que eu pare avise, ela não falou nada, só gemia e rebolava, fui metendo ela fechou os olhos e cerrou as mãos entrou a cabeça, eu estava com meu pau mais duro que nunca o que facilitava a penetração nunca tinha imaginado comer o cuzinho de uma deusinha daquelas, estava vendo meu pau sumir no cuzino dela e logo estava todo dentro, me deitei sobre ela e perguntei se estva vom ela acenou com a cabeça comecei a bombar, e ela a rebolar aquela bundinha maravilhosa em mim, entrava e saia feito louco do seu cuzinho ela gozou e não consegui apesar de não querer gozar tão rapidamente enchi o cuzinho dela de porra. saí de dentro dela e olhei o cuzinhoentreaberto, que visão maravilhosa. Ela então disse, vamos nos arrumar, fomos pro banheiro, nos limpamos e sentamos na frente da tv como se nada houvesse acontecido, nos beijamos e ela falou para minha surpresa, amei Pedrinho, vou querer de novo heim? eu falei eu também, mas ninguem pode nem imaginar isto. Logo a empregada chegou, ficamos o resto da tarde dando umas pegadinhas quando a empregada não estava por perto.
Depois desta vez comi a bundinha dela muitas outras até que um dia ela me deu a bucetinha, ela estva com quase 12, foi maravilhoso, meu primeiro cabaço. Ela se transformou numa autentica putinha, quando ela fez 14 nos começamos oficialmente para nossos pais a namorar, mal sabiam eles que desde os 11 eu comia ela, namoramos por 3 anos, e depois terminou. eu casei e ela também, e nunca mais tivemos nada, mas eventialmente nos vemos pois nossos pais ainda são vizinhos, e sinto no olhar dela que não esqueceu quem tirou o cabacinho do cu e da boceta.





uma babá muito fogosa

Moro numa cidade no interior do Rio Grande do Norte, muito pequena e por isso vou omitir o nome da cidade e o meu será Max (fictício). Bom mais vamos a história. Tenho 23 anos, cabelos e olhos castanhos e um corpo normal: nem magro nem gordo. Este fato que irei narrar aconteceu há uns três meses atrás. Moro vizinho a um pequeno supermercado, cuja parte de cima é a casa do proprietário, o Seu João. Acontece que sua única filha, Juliana (fictício), separou-se do marido e voltou para casa com um bebezinho de 07 meses. Seu João tratou logo de arrumar uma babá numa cidade vizinha. Era a filha de um ex-funcionário seu e tinha 14 aninhos. Eu estava visitando Juliana quando Seu João chegou com Patrícia (fictício). A moreninha tinha um corpinho perfeito: coxas grossas, bunda empinada e uma boca carnuda, além de ter um rosto lindo. Simplesmente perfeita. Tratei logo de fazer amizade com a menina. Ela se mostrou muito sorridente e falante. Juliana, maldosamente, comentou com ela que eu era um “rasga anjo”, o que a deixou corada na hora. Eu desconversei e disse que estava de saída.
Confesso que naquela noite não dormi direito só pensando na moreninha. Logo cedo, antes da 07:00h fui visitar Juliana, mas para minha surpresa ela tinha ido à capital resolver problemas do seu divórcio e Patrícia estava sozinha em casa, além de Natanael, o bebê de Juliana que dormia como um anjinho. Notei Patrícia bem mais à vontade que no dia anterior, mais falante ainda. Há certa hora, ela terminou os afazeres domésticos e pediu-me licença para tomar seu banho. Fiz menção em ir embora, o que fui impedido por ela, dizendo que fazia questão que eu ficasse. Não me fiz de rogado e fiquei lendo uma revista enquanto ela tomava seu banho. Uns quinze minutos depois ela apareceu usando um top com um micro short de um algodão, fininho e colado ao seu corpo, realçando ainda mais suas formas divinas. Fiquei deslumbrado e foi difícil disfarçar o volume entre as pernas. Ela então perguntou-me se eu sabia jogar um jogo de cartas chamado pif paf. Disse que sim, mais geralmente jogava a dinheiro. Ela disse que não tinha dinheiro, mas na sua cidade ela tinha jogado com um garoto e quem ganhava escolhia uma prenda para o perdedor pagar. Ela disse que o garoto sempre que ganhava pedia-lhe um beijo na boca. Topei na hora, já esperando o que estava para acontecer. Ela, apesar da pouca idade, sabia seduzir um homem e eu, confesso, estava completamente envolvido naquele jogo. Começamos a jogar e ela mostrou-se uma ótima jogadora e venceu a primeira partida. Ela me disse que iria pedir para eu tirar a camisa, porém poderia chegar alguém da casa e seria uma situação constrangedora. Então ela pediu para morder o meu queixo. Deu-me uma mordida longa e suave. Adorei. As outras três partidas seguintes ela também ganhou e pediu uma mordida na orelha, um beijo no pescoço e finalmente, um beijo na boca. Mas estava mais para uma bicoca do que para um beijo na boca. Na quinta partida, finalmente ganhei. Não pensei duas vezes e pedi um beijo de língua. Ela não se fez de rogada e aproximou-se de mim e fechou seus olhinhos. Dei-lhe um beijo suave e bem molhado. Foi o máximo. Quando terminamos o beijo escutamos a porta se abrindo, disfarçamos e fingimos que era apenas um inocente jogo. Terminamos aquela partida e me levantei para ir embora, quando ela me perguntou quando seria a próxima partida com um ar de felicidade. Disse que à noite não teria ninguém lá em casa, já que haveria uma quermesse na igreja do bairro e todos lá de casa iam participar. Fui para casa e logo após o almoço fingi estar com dor de cabeça e fui para meu quarto dormir. Só acordei perto da hora do jantar e disse a minha mãe que ainda estava indisposto e não iria acompanhá-la à quermesse. Depois do jantar todos saíram de casa e não passou cinco minutos ela bateu na minha porta. Acho que ela estava só esperando eles saírem. Já conduzia o baralho e com um largo sorriso no rosto perguntou-me se poderíamos começar o jogo. Olhei se ninguém na rua tinha a visto entrar e fechei a porta. Desta vez estava com mais sorte e ganhei a primeira partida. Não quis me precipitar e pedi novamente um beijo na boca. Esse foi melhor ainda, pois ela estava mais solta. Na segunda partida ela ganhou e me pediu para eu tirar a camisa, pois queria ver meu corpo. Fiquei excitadíssimo, e ela além de ver meu tórax, também pode apreciar o volume por baixo do fino short de algodão e sem cueca. Ela nem disfarçou e ficou olhando com os olhinhos arregalados. Na outra eu ganhei e pediu para ela tirar seu top, o que ela fez sem hesitar. Quase cai para trás ao ver aqueles peitinhos pequenos e durinhos. Continuamos o jogo e ganhei novamente e lhe pedi para lamber seus peitinhos. Ela fechou os olhinhos e balançou a cabeça positivamente. Aí eu mandei ver. Chupei durante uns cinco minutos. Voltamos ao jogo, e quando ela ganhou, disse que queria que baixasse o short, todavia, ela própria o faria. Levantei-me e fiquei aguardando, também com os meus olhos fechado. Ela baixou lentamente e quando o pênis surgiu ela caiu de boca, numa maestria que me impressionou. A partir daquele momento não queríamos mais saber de jogo. Tratei logo de tirar sua bermuda jeans e a linda calcinha rosa de bichinhos. Deparei-me com a bucetinha mais linda que havia visto na vida. Bem depiladinha e que cheiro! Cai de língua por mais de dez minutos. Não sei nem quantas vezes ela gozou. Posicionei-me para penetrá-la, mas ela recuou dizendo que ainda era virgem e pretendia continuar assim até que achasse a pessoa ideal. Quando já ia desistir de tudo, ela virou-se de costas, e empinando a bundinha, disse:
- Se você for bem carinhoso, deixo meter na minha bundinha!
Não acreditei no que estava acontecendo. Confesso que se estivesse lendo um conto não acreditaria. Mas, não perdi tempo e passei minha língua naquela bundinha carnuda e macia. Ela delirou, começou a falar palavras inteligíveis... Chamava-me de meu macho, pedia-me para fodê-la logo. Cuspi na cabeça do meu pau e fui metendo, só parando quando meu saco bateu em sua bundinha. Com o dedo bati uma siririca frenética nela. Ela rebolava como uma louca e pedia para eu bater em sua bunda, cada vez mais com força. Nunca pensei que uma menina tão nova fosse tão fogosa. Após muitas estocadas firmes, gozei abundantemente em sua bunda. Tomamos um banho e ela foi para sua casa. Porém, antes de sair, ela disse que teria uma surpresa para mim e saiu quase que correndo. Não precisa nem dizer que não durmi naquela noite. Passei três dias sem vê-la, achei até que ela estava me evitando, todavia, no sábado, dia da feira em nossa cidade, às 07:00h ela bate em minha porta. Eu estava sozinho em casa novamente, pois todos tinham ido para feira. Ela entrou chorando e disse que tinha discutido com Juliana e ela a tinha mandado embora. Perguntou-me se eu não poderia deixá-la em sua casa, distante 25km daqui. Coloquei sua mala no meu carro e seguimos viagem. Como ela não parava de chorar, perguntei-lhe o motivo. Ela parou, olhou bem para meu rosto e disse:
- Você é bobo mesmo! Não vê que estou apaixonada por você! E agora não vamos mais poder nos encontrar...
Parei o carro na hora e fiquei mais de um minuto olhando para ela. Aproximei lentamente e trocamos um apaixonado beijo na boca. Dirigi mais uns 07km e chegamos até um motelzinho de beira de estrada, bem fraquinho, porém, com um quarto bem aconchegante e limpo. Mais uma vez ela me surpreendeu dizendo, logo que entramos no quarto:
- Decidi que, embora seja a última vez que vamos nos ver, quero que você me faça mulher!
Como dois animais, nos atracamos num longo beijo, e fomos nos livrando das roupas. Tratei de chupar sua bucetinha cheirosa oferecendo meu pau duro como uma barra de ferro para ela chupar também, num delicioso 69, aproveitando para colocar bastante saliva em sua bucetinha. Após uns 10 minutos nessa chupação, coloquei-a na posição de “frango assado” e encostei meu pau em sua bucetinha e dei uma pequena forçada e senti quando bateu no hímen. Fui empurrando meu pau lentamente, curtindo cada centímetro daquela bucetinha linda. Fui aos poucos aumentando o ritmo, até que, num frenesi louco, gozamos juntinhos. Não lembrei nem da hipóstese dela engravidar. Depois desta trepada fenomenal fomos tomar uma ducha, pois escorria na sua perna esperma misturada com sangue do seu cabacinho. Ficamos namorando por uns quinze minutos, até que ela lembrou que tinha que ir para casa, senão seu pai iria desconfiar da demora. Deixei-a na porta da sua casa, trocando juras de amor e promessas de um novo encontro. Ela já me ligou umas dez vezes depois disso, falou-me que estava trabalhando na casa do vice-prefeito da cidade como babá, mais ainda não tivemos oportunidade de nos reencontrarmos. Quando isso acontecer, conto aqui.





Na aula de Matem[atica

Ola pessoal meu nome eh Diogo (real) tenho 16 anos,loiro,
1,75 m,Olhos verdes e corpo de academia.Mas náo pensem que somente por eu ter 16 aninhos que eu náo vivi nada ainda,estou aqui para lhes contar uma coisa que aconteceu
a +ou- uns 2 anos em uma aula de Matematica.
Estava em meu lugar na cadeira com uma amiga de varios
anos sentada ao meu lado como fora a 5 anos atè os dias
de hoje.
Mas como qualquer garoto e garota em nossa idade tinhamos duvidas que ateh ali eram normais e compreendidas por todos,ou seja,eram duvidas normais dessa idade.
Mas náo como qualquer garoto e garota de nossa idade tinhamos vontade de experimentar e ver se valeria mesmo apena sentir dor (pois viamos uns filmes de meu pai aqui em casa e achavamos que sentiam muita dor pois ficavam gritando) para sentir prazer.
Ateh que em um dia ela disse no meio da aula de Matematica que náo aguentava mais e queria me dar.Mas a nossa sorte eh que ninguem escutou nossa conversa pois somos os ultimos das filas desde o come;o do colegio ateh agora no 2 ano.Mas ela sempre dizia isso mas quando chegava na hora H ela parava.Mas para a minha surpresa este dia foi muito diferente pois ela chegou com sua boquinha no meu ouvido e disse
-Diogo pra vc ver que dessa vez eh diferente vou lhe mostrar!-
Quando acabou de falar isso ela sem nem mesmo eu conseguir falar nada em um movimento rapido aguarrou meu pau e come;ou a masturba-lo.E ficamos assim ateh que resolvi fazer a mesma coisa com ela.Mas quando eu botei a máo em cima da sua bucetinha que a essas auturas ja tinha se molhado toda,ela botou a outra máo por cima e disse
-Hoje e aqui náo mas amanha lah em casa tudo bem!
Eu resolvi fazer um agradinho e disse para ela em seu ouvido
-Bruna(real) se vc pode eu tambem posso,e assim como estou gostando quero que vc goste,e sinta a mesma coisa que estou sentindo.-
Nisso ela tirou a máo e com um leve suspiro disse bem baixinho
-Soh náo me machuque pois amanhá quero tentar fazer igual aquelas mulheres no filme.
Mas quando comecei a masturbala ela botou as 2 máos apoiando a cabe;a na classe e dizia que estava adorando ateh que quando eu fui enfiar um dedinho na bucetinha dela ela comecou a se contorcer e nisso acabou sem querer dando um gritinho com voz fina e gozando ao mesmo tempo.
Quando a professora perguntou o que houve falamos que ela tinha se espetado sem querer com a ponta da lapizeira.
Soh que o que náo tinhamos notado eh que a lapizeira estava guardada no estojo dela ainda.Mas ninguem notou(nossa sorte).
No outro dia cheguei na casa dela com 1 camisinha no bolso esquerdo,um tubinho de lubrificante no bolso direito,um ramalhete de rosas brancas na máo esquerda e todo arrumado.Quando a máe dela atendeu a porta logo me chamou para entrar e perguntou com um tom de grassa
-Que rosas sáo essas? estah apaixonado?Ou pretende leva-la a algum lugar em especial?-
Logo perguntei sem querer
-Tia (modo como sempre a chamei,mas náo eh minha tia)
pretendiamos ver TV e mexer na internet ateh vcs cheguarem...Tem problema?
-Ela logo me respondeu que náo e se apressou em chamar seu marido para irem ao restaurante onde jantariam.Nisso ela da um grito de seu quarto dizendo que eh para eu subir.
Quando entro no quarto dela logo percebo que ela esta com um vestido que dei pra ela a 3 anos atraz(um vestido que eh soh puchar para cima que ele sai).Nisso ela tira o vestido e fala pra eu tambem tirar as minhas roupas.
Logo comecei a tirar minha roupa.Quando ficamos pelados ficamos uns 2 minutos nos olhando e ela disse logo
-Diogo tenho uma coisa para te mostrar...Se gostar podemos tentar,pois eu ja vi varias vezes e gostei...
Era um filme pornografico.Enquanto estavamos deitados de lado e vendo o filme comecei a me aproximar dela por traz e botei bem pau encostado na sua bundinha.Ela disse que se eu quizesse fazer alguma coisa tinha que primeiro botar a camisinha.Botei e ela disse pra eu náo fazer muito rapido pra náo doer.Quando ela deitou de brucos logo vi que ela era muito linda(Loirinha,linda,Olhos azuis,pele branca bem clarinha,labios carnudos mas no ponto certo,seios durinhos tamanho medio e com curvas de dar inveja em muitas garotas de 18 anos).
Mas quando resolvi botar meu pau nela ela disse pra eu ir devagar e pensar que era a primeira vez dela tambem e que náo era pra eu me apavorar e ir muito rapido.
Comecei como se deve comecar em uma garota virgem.Com carinho,devagar e com todo o cuidado.
Mas para a minha surpresa ela comecou a dizer que estava muito bom e queria que eu fizesse mais forte e usasse todo o meu pau.Mas quando botei mais lento todo ele dentro dela ela deu um gritinho apavorada e eu parei.Ela disse num tom como se estivesse morrendo que ia gozar, e se eu tambem fosse gozar para tirar meu pau dela e gozar fora pra ela náo engravidar.Mas quando ela gozou e derrepente comecou a gozar varias vezes fiquei pensando que estava entupido e que eu nunca iria gozar,Nisso ela disse
-Diogo,como eu sinto prazer e gozo e vc náo?Náo esta gostando?
Eu rapidamente disse
-Claro que to gostando Bruna mas náo eh isso...Eh que eu to com muita vontade de comer teu cuzinho.E sei que vc náo vai querer me dar.
Ela disse rapidamente com um tom de malicia
-Quem te disse isso estava muito errado,mas náo quero a seco assim,quero que vc use outro preservativo e que use lubrificante.
Quando eu estava trocando de camisinha olhei pra ela e ela estava na posicao \'\'De Quatro\'\'.
Eu fui lambuzei o cuzinho dela e logo fui enfiando devagar e quando eu botei a cabeca pra dentro ela deu um gemidinho e gozou de novo.Derrepente comecei a fazer mais forte ateh que quando eu gozei fiquei soltando tanto esperma que achei que eu fosse desmaiar.
Quando tirei meu pau e deitei do lado dela vi que estava escorrenco minha porra pelas pernas dela.
Ela foi tomar banho e quando voltou nos nos deitamos e ficamos ali ateh que comecou a nos dar mais e mais vontade.
E fizemos varias vezes.No dia seguinte na aula ela soh dizia em fazer tudo de novo.
Mas quando meu pai e minha máe foram pra Sáo Paulo (como fazem todo o mes e ficam 1 semana lah,e me levam junto) perguntamos se a Bruna podia dormir na minha casa aquela semana e se tinha algum problema.Disseram que pra eu náo ficar sozinho ela podia dormir lah a semana toda.
E fizemos varias vezes por dia e dormiamos juntos no meu quarto (fora o de meus pais o unico com cama de casal).
As vezes quando lembramos achamos engracado,mas nos nunca mentimos,aquela foi a MELHOR SEMANA DE NOSSAS VIDAS...
Mas eh claro ja aconteceram outras coisas.Mas isso deixo para outra hora.

Se gostaram do que lhes disse aqui, mandem E-mail`s para
diogotosco@hotmail.com
que se gostaram lhes escreverei mais vezes sobre essas nossas loucuras e vezes que nos da tesáo.
Obrigado por ler minha historia.
Diogo 



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